Biblioteca especializada em Oceanografia da Universidade Federal do Rio Grande - FURG
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
CAPES abraça o Programa Antártico Brasileiro
As pesquisas deverão seguir nove eixos temáticos: o papel da criosfera no sistema terrestre e as interações com a América do Sul; a dinâmica da alta atmosfera na Antártica, interações com o geoespaço e conexões com a América do Sul; mudanças climáticas e o Oceano Austral; biocomplexidade dos ecossistemas antárticos, suas conexões com a América do Sul e mudanças climáticas; geodinâmica e história geológica da Antártica e suas relações com a América do Sul; química dos oceanos, geoquímica marinha e poluição marinha; ciências humanas e sociais; biologia humana e medicina polar e inovação em novas tecnologias.
Para Priscila Lelis Cagni, coordenadora de Programas de Indução e Inovação, o apoio da CAPES significa um salto no desenvolvimento de pesquisas na Antártica. “É um estímulo para a formação de recursos humanos para a pesquisa científica na Antártica. Um dos grandes gargalos identificados no programa é a formação de uma nova geração de cientistas brasileiros para atuação no programa nos próximos anos. Além do desenvolvimento brasileiro, o programa auxilia na interação com as bases de diversos países e favorece a internacionalização da pesquisa brasileira.”
Participam da chamada pública o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação (MCTIC), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). O Programa conta com um investimento total de R$ 18 milhões. As propostas podem ser encaminhadas até 08 de outubro de 2018. O resultado será divulgado em 30 de novembro deste ano.
Proantar
O Proantar foi criado em 1982 e colocou o Brasil no grupo de 29 países que definem o futuro da Antártica e do Oceano Austral. O objetivo do programa é ampliar o conhecimento científico no continente gelado para compreender os fenômenos que ali ocorrem e a influência deles sobre o território brasileiro.
Confira a chamada pública para mais informações.
Assista a matéria em vídeo.
(Brasília/DF – CCS/CAPES)
Fonte: CAPES
terça-feira, 28 de agosto de 2018
Second Workshop on Regional Climate Modeling and Extreme Events over South America
Second Workshop on Regional Climate Modeling and
Extreme Events over South America
5 - 9 November 2018
University of São Paulo, Brazil
The focus of this workshop will be on the application of dynamical (RegCM4) and statistical tools for the generation of high resolution climate experiments, in particular within the framework of the CORDEX-SESA Flagship Pilot Study. Lectures and hands-on sessions on these tools applied to climate change studies will provide a background for regional climate modelling focused on the South America region (SA).
The focus of this workshop will be on the application of dynamical (RegCM4) and statistical tools for the generation of high resolution climate experiments, in particular within the framework of the CORDEX-SESA Flagship Pilot Study. Lectures and hands-on sessions on these tools applied to climate change studies will provide a background for regional climate modelling focused on the South America region (SA).
How to apply:
8 September 2018
Grants:
Grants:
A limited number of grants are available to support the
attendance of selected participants, with priority given to
participants from Central and South American countries.
There is no registration fee.
Fonte: Secretaria IO/FURG
sexta-feira, 24 de agosto de 2018
Criaturas marinhas bizarras descobertas
Criaturas marinhas bizarras: descobertas de peixes de águas profundas jamais vistos
A National Geographic sempre surpreende. Com sua marca de qualidade, e
vendas no mundo inteiro, a revista conta com os melhores fotógrafos do
mundo, além de receber colaboração dos cientistas mais notáveis. Em um
de seus últimos números, a NG mostra novas criaturas marinhas bizarras,
encontradas normalmente em altas profundidades. Esta região apenas
começa a ser conhecida. Cientistas reconhecem que menos de 5% das
profundezas foram exploradas até hoje. Quantas outras espécies não
existirão?
Frilled Shark, ou Tubarão- babado, ‘um fóssil vivo’ |
Seres humanos raramente encontram este tipo de tubarão
Os
seres humanos raramente encontram este tipo de tubarão. Eles preferem
permanecer nas profundezas dos oceanos, até 1.500 metros abaixo da
superfície. Considerados fósseis vivos, estes
animais carregam muitas características físicas dos antepassados que
dominavam os mares no tempo dos dinossauros. Este espécime de 5,3 pés (1,6 metros) foi encontrado em águas rasas no Japão, em 2007.
Caranguejo aranha gigante: 3,7 metros de uma garra à outra |
Caranguejos aranha gigantes
Os caranguejos aranha gigantes gastam seu tempo no fundo do oceano, a 300 metros de profundidade. Esta espécie, nativa das águas ao largo do Japão, pode medir até 3.7 metros, de uma ponta de garra à outra. Foi fotografada na Baía de Sagami, no Japão.
Wolffish do Atlântico |
Sinistro olhar do Wolffish
O sinistro olhar do Wolffish, que faz sua casa nas profundezas costeiras rochosas, até 500 metros abaixo da superfície. A espécie pode alcançar 1,5 metros de comprimento. Eles têm dentição adequada a uma dieta de moluscos de casca dura, caranguejos e ouriços do mar. Este par foi encontrado fora da costa do Maine.Fangtooth Fish |
Um dos peixes que habitam áreas mais profundas já descobertos
Este é um dos peixes mais profundos já descobertos. O habitat normal alcança os 2.000 metros. O da foto foi encontrado nadando em profundidades geladas, esmagadoras, perto de 5.000 metros! Os peixes de Fangtooth alcançam somente cerca de 16 centímetros. Ainda bem… já imaginou encontrar um bico destes grande?Criaturas marinhas bizarras |
Viperfish do Pacífico
O viperfish do Pacífico tem dentes que parecem agulhas, e são tão grandes que ele não pode fechar a boca. Estes demônios de profundidade atingem apenas cerca de 25 centímetros de comprimento. Vivem em profundezas de até 4.400 metros, atraindo presas com fotóforos bioluminescentes no seu ventre.Criaturas marinhas bizarras, Polvo Vampiro |
Polvo Vampiro
O Polvo Vampiro (Vampire Squid), um dos poucos que este site arrisca traduzir, vive a confortáveis 3.000 metros abaixo da superfície. Estes cefalópodes navegam pela escuridão com os olhos que são proporcionalmente maiores que qualquer animal na Terra. A espécie recebe seu nome por seus braços escuros, palmados. Ocupa as regiões mesopelágicas de oceanos temperados e tropicais do mundo. A fisiologia do animal adaptou-se para permitir que ele vivesse nos níveis de oxigênio muito baixos, encontrados dentro das camadas mínimas de oxigênio dessas regiões.Criaturas marinhas bizarras. Wolffish, ou Peixe- lobo |
Fonte: Mar Sem Fim
quarta-feira, 22 de agosto de 2018
Tecnologia ajuda oceanos de novo, saiba como
Tecnologia ajuda oceanos de novo, agora os privilegiados são peixes e criaturas marinhas da ‘zona do crepúsculo’
“Peixes estranhos e bonitos dos recifes da ‘zona do crepúsculo’, a parte
mais profunda e menos conhecida do oceano, estão pegando carona até a
superfície graças às recém-inventadas SubCAS (ou Submersible Chamber for Ascending Specimens). Esta câmara pressurizada, projetada pelos cientistas da Academia de Ciências da Califórnia e do Monterey Bay Aquarium,
se estende por 60 centímetros e é usada por mergulhadores para coletar
e proteger com segurança moradores de recifes carismáticos para estudo e
exposição.” A tecnologia ajuda oceanos de novo, matéria do
site phys.org.
O Submersible Chamber for Ascending Specimens. Tecnologia ajuda oceanos de novo. (foto: phys.org) |
Submersible Chamber for Ascending Specimens, entenda:
O dispositivo foi descrito em Frontiers in Marine Science.
“A capacidade de mergulhar fisicamente nas profundidades da zona
crepuscular usando rebreathers de circuito fechado significa que podemos
explorar ambientes sem depender de submarinos ou veículos operados
remotamente. “Precisamos de maneira ágil para coletar peixes importantes
e trazê-los de volta vivos”. diz o autor Bart Shepherd, diretor do Steinhart Aquarium da Academia e co-líder da Hope for Reefs.”
Quem projetou a nova tecnologia
“O co-autor Matt Wandell, biólogo do Monterey Bay Aquarium projetou
e construiu a câmara durante trabalho anterior. Sabe-se que os
mergulhos na zona do crepúsculo apresentam desafios para mergulhadores e
animais. “Ao projetar o SubCAS, sabíamos que a
facilidade de operação era fundamental para não distrair os
mergulhadores e manter o ritmo com paradas críticas de descompressão. Ou
monitorar seus equipamentos de suporte à vida”, diz Wandell.”
Tecnologia ajuda oceanos: SubCAS, como funciona
“O SubCAS consiste em um frasco coletor interno projetado sob medida para se encaixar perfeitamente dentro de um alojamento de câmara maior. O frasco de coleta tem uma porta com dobradiças. Ele é perfurado por toda parte para permitir que a água flua quando em ascensão. O plástico transparente permite que mergulhadores monitorem peixes em busca de sinais de estresse. E mantenham um olho no medidor de profundidade e no termômetro da câmara.”Como era feito antes desta tecnologia?
“Antes do SubCAS, a
coleta de peixes envolvia o processo invasivo. Fazia-se um buraco nas
bexigas natatórias cheias de gás para evitar expansão excessiva. A
câmara nos permite eliminar essa etapa. E expor espécies preciosas para
o cuidado monitorado de perto, pesquisa e exibição pública “.
Na ‘zona do crepúsculo’
“Shepherd faz parte de uma equipe de pesquisa de mergulho profundo que explora a zona crepuscular. Um misterioso habitat de corais que se estende através de uma faixa de oceano de 200 a 500 pés abaixo da superfície. A essa profundidade, a luz do sol é escassa entre os baixios cheios de luz e o profundo mar escuro. Como parte da iniciativa Hope for Reefs, a equipe explora essa fronteira desconhecida com a ajuda de equipamentos de alta tecnologia, como rebreathers de circuito fechado, que exigem treinamento extensivo e permitem que os cientistas estendam seu tempo de pesquisa embaixo d’água. A maioria dos peixes na zona do crepúsculo nunca foi vista pelos seres humanos – muitos também são novos para a ciência. A longa jornada para trazer novas espécies à superfície é um processo delicado e cuidadosamente orquestrado para mergulhadores”.Perigo na subida
“Uma subida rápida pode romper a bexiga natatória de um peixe”, diz o co-autor Dr. Luiz Rocha, curador de peixes e co-líder da Hope for Reefs.
“Usando uma válvula de controle de pressão ajustável, garantimos que a
pressão dentro da câmara é semelhante à profundidade onde os peixes
foram coletados. Ao longo de dois a três dias, nós os trazemos para a
pressão da superfície de maneira altamente controlada.”
Trabalho em equipe
“A uma profundidade de 30 metros, mergulhadores entregam o SubCAS
a uma equipe de mergulho de apoio composta por biólogos especializados.
Estes transportam os peixes até as instalações da costa para
descompressão controlada. Mais tarde, eles empacotarão e enviarão
cuidadosamente as espécies não descritas para a Academia em São Francisco para monitoramento veterinário e eventual exibição pública.”
Será ela a nossa salvação?
Não é a primeira vez que a tecnologia
ajuda a monitorar os oceanos. Se ainda não perdemos a guerra pela
destruição do que resta do meio ambiente, a tecnologia terá papel
fundamental para mantê-lo de pé. Ela é nosso consolo sobre a herança que legaremos às futuras gerações.
Sem ela, a guerra parece definitivamente perdida. É bom lembrar que,
apesar do apelo que as florestas despertam, ao contrário dos oceanos,
ainda esta semana a Folha de S. Paulo publicou matéria sobre o Fórum da Floresta Tropical,
em Oslo. O resultado não poderia ser mais desanimador. Diz o jornal: “O
encontro foi marcado pelo lançamento de relatório sombrio, o Observatório Global da Floresta (GFW, na sigla em inglês), segundo o qual 2017 foi o segundo pior ano em perda da cobertura vegetal.”
Fonte: Mar Sem Fim
terça-feira, 14 de agosto de 2018
Zonas Mortas no mar quadruplicaram desde 1950
Zonas Mortas no mar: descubra o que são e onde ficam as maiores
Este é mais um dos sérios problemas que os oceanos enfrentam: as zonas mortas são áreas sem oxigênio suficiente para que haja vida. Elas estão aumentando em quantidade e tamanho. Em junho de 2008 a Science publicou um artigo de Robert Diaz explicando o fenômeno. O mesmo autor aparece em entrevista no vídeo abaixo. Ele explica que há dois tipos de zonas mortas: as costeiras, e as que ficam em mar aberto.
Zonas mortas costeiras são causadas basicamente por esgotos, fertilizantes e agrotóxicos
As causas são muitas: a mais comum é o despejo de esgotos não tratados; fertilizantes e agrotóxicos, usados na agricultura, também dão grande contribuição. Ao serem despejados no mar, servem como alimento para certos tipos de algas que se proliferam de maneira descontrolada. Quando elas morrem, e chegam ao leito marinho, as bactérias que as decompõem consomem todo o oxigênio existente, de modo que outras formas de vida não conseguem sobreviver no mesmo espaço. São obrigadas a fugir do local.
Maior zona morta costeira fica no Golfo do México
De acordo com os cientistas, a zona morta do Golfo do México está com nada menos do que 22.729 km², quase a área total de El Salvador. E 15 vezes o tamanho da Cidade do México.Trata-se da maior extensão alcançada por esta zona morta desde que começou a ser monitorada em 1985.
Crescimento da zona morta no Golfo do México está relacionado a atividades humanas
A informação é de Robert Magnien, diretor do Centro de Pesquisas de Patrimônio de Oceanos Costeiros da NOAA. Para ele, resíduos gerados pela população (esgotos), o aumento da agricultura na região e o uso de fertilizantes e outros produtos químicos influenciaram a expansão da área, onde a vida marinha é impraticável.
Três coisas que podemos fazer para amenizar as zonas mortas no mar
Robert Diaz diz que…
"há três coisas que podemos fazer para minimizar o problema: a primeira é melhorar a eficiência de nosso sistema de agricultura desenvolvendo plantas que não necessitem a quantidade de fertilizantes que usamos hoje. A segunda seria ‘poupar’ (com menos agricultura) as áreas costeiras. E a terceira, mudar nossos hábitos alimentares substituindo carne por vegetais, já que grande parte dos fertilizantes é usado para produzir comida para animais…"
O Mar Sem Fim lembra que no Brasil, apenas 40% de todo o esgoto produzido recebe algum tipo de tratamento, normalmente o primário, que não resolve a questão. Para piorar, o Brasil é campeão mundial no uso de agrotóxicos. Não sem motivo nosso litoral está cheio de zonas mortas (ver gráfico abaixo).
Assista a entrevista de Robert Diaz sobre zonas mortas no mar:
Novo estudo da Science: zonas mortas no mar quadruplicaram desde 1950
O novo estudo publicado em janeiro de 2018 traz revelações preocupantes. As zonas mortas do oceano, com oxigênio zero, quadruplicaram em tamanho desde 1950; enquanto o número de locais de oxigênio muito baixo, perto dos litorais, se multiplicou por dez vezes. A maioria das criaturas marinhas não sobrevivem nessas zonas.
Diaz explica que os motivos que levaram a essa Zona Morta são ações no litoral do Báltico, aliadas à pouca circulação da água deste mar ‘quase fechado’. As três maiores zonas mortas são a do Báltico, a do Golfo do México, e a que fica na foz do rio Yang Tsé, na China.
Rio Yang Tsé, China, uma das três maiores zonas mortas no mar
O Yang Tsé é o terceiro maior rio do mundo, com 6.300 km de extensão. Em 2005, 500 mil toneladas de nitrogênio, e 30 mil toneladas de fosfato entraram nos mares em torno da China, incluindo o rio Yang tsé. Estes são os principais ingredientes químicos encontrados nos fertilizantes.
Youg Tsé, China, poluído pelo despejo de 33 bilhões de toneladas de ‘águas residuais’ cria uma das maiores zonas mortas no mar (foto:portaldotrono.com).Índico e Pacífico também têm zonas mortas
Robert Diaz diz que o Índico e o Pacífico também têm Zonas Mortas mas, nestes casos, produzidas por processos naturais. Mas o professor explica que as mudanças climáticas, e consequente aquecimento global, contribuem para que elas se expandam dramaticamente. A nova análise, produzida por um grupo internacional criado em 2016 pela Comissão Oceanográfica da Unesco revela que o tamanho total das zonas mortas nos oceanos tem a extensão aproximada da União Europeia.
Zonas mortas, consequências da nossa pegada
Que não fique dúvidas ao leitor. O problema é causado por cada um de nós, e de nossos governos. Kirsten Isensee, da comissão do novo estudo, disse:
Isso quer dizer que todos devemos fazer nossa parte: usar menos o carro particular, dar ou receber carona, usar mais os transportes públicos, economizar energia, reciclar lixo, todas são ações que estão ao nosso alcance. E ainda: pressionar nossos governantes a fazerem sua parte. É preciso investir em energia limpa, transportes públicos, diminuir as emissões, etc.
Fonte: Mar Sem Fim
|
segunda-feira, 13 de agosto de 2018
Processo Seletivo 2019 do Programa de Pós-Graduação em Gerenciamento Costeiro (PPGC)
Estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo 2019 do Programa de Pós-Graduação em Gerenciamento Costeiro (PPGC), até o dia 29/10/2018.
O Edital encontra-se disponível em http://siposg.furg.br/curso/977. Para maiores informações, basta acessar o site http://www.ppgc.furg.br ou encaminhar e-mail para sec_ppgc@furg.br.
Fonte: Secretaria IO/FURG
quarta-feira, 8 de agosto de 2018
CHAMADA CNPQ Nº 17/2018 - PRODUTIVIDADE EM DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E EXTENSÃO INOVADORA - DT
Apoiar pesquisadores com perfil e projeto voltado ao desenvolvimento tecnológico, indução e disseminação de inovação e empreendedorismo de base tecnológica por meio da concessão de Bolsa na modalidade de Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora (Bolsa DT).Mais informações em: http://www.cnpq.br/web/guest/chamadas-publicas?p_p_id=resultadosportlet_WAR_resultadoscnpqportlet_INSTANCE_0ZaM&filtro=abertas&detalha=chamadaDivulgada&idDivulgacao=8284
Inscrições:
02/08/2018 a 17/09/2018
Fonte: Secretaria do IO/FURG
segunda-feira, 6 de agosto de 2018
Oficina "Práticas de ensino - Plásticos e Microplásticos nos ambientes costeiros marinhos"
O PPGOB convida para oficina a ser realizada no dia 09/08/2018,
intitulada "PRÁTICAS DE ENSINO – PLÁSTICOS E MICROPLÁSTICOS NOS
AMBIENTES COSTEIROS E MARINHOS". A oficina será ministrada pela Profa.
Monica Ferreira da Costa, do Departamento de Oceanografia da UFPE, que
tem ampla experiência no tema de lixo marinho. Serão ofertadas 20 vagas,
preenchidas por ordem de inscrição. Inscrições até 08/08/2018 pelo
email ccpgob@furg.br
Assinar:
Postagens (Atom)