sexta-feira, 12 de julho de 2013

Universia Brasil divulga 5 bolsas de estudos para mestrado nos Estados Unidos


A Universia Brasil (www.universia.com.br), maior rede ibero-americana de colaboração universitária, reuniu um pacote com 5 bolsas de estudos para quem pretende estudar mestrado nos Estados Unidos. Todas as oportunidades são para o Rochester Institute of Technology (RIT), localizado na região metropolitana de Nova York.

A primeira delas é para Mestrado em Estatística Aplicada. As aulas são disponíveis tanto no campus quanto online e o estudante pode optar por cursar outras matérias eletivas.  Outra oportunidade é para Mestrado em Tecnologia e Engenharia de Telecomunicações. O programa exige 36 horas de crédito de estudo e inclui cursos básicos que introduzem conceitos e habilidades fundamentais. Cada estudante deve completar um projeto ou tese.

A terceira opção de mestrado nos Estados Unidos divulgado pela Universia Brasil é o Mestrado em Interação Humano-Computador. O curso aborda o design, a avaliação e a implantação de sistemas de computação baseados em computação interativa para o benefício do uso humano.

Há também o Mestrado em Desenvolvimento de Recursos Humanos. O programa exige do estudante o desenvolvimento de competências relacionadas aos funcionários efetivos de uma companhia, bem como práticas de desenvolvimento de talentos. O currículo combina o programa de competências sólidas com escrita e habilidades analíticas.

Por último, a rede divulga o Mestrado em Redes e Administração de Sistemas. O curso é focado em problemas de escala empresarial e suas soluções, atendendo as necessidades de companhias de médio e grande porte.

As inscrições para as cinco modalidades vão até o dia 1 de agosto. Mais informações podem ser encontradas no portal da Universia Brasil, no link: http://noticias.universia.com.br/mobilidade-academica/noticia/2013/07/02/1034144/5-bolsas-estudos-mestrado-voce-precisa-ver.html.

Além dessas cinco opções de mestrado nos Estados Unidos, o portal da Universia Brasil reúne uma série de bolsas de estudos, para diversos seguimentos e países. Para conhecer mais sobre cada oportunidade, basta acessar:


Fonte: Universia Brasil

terça-feira, 9 de julho de 2013

EDITAL CIÊNCIAS DO MAR 2 nº 43/2013

A CAPES lançou hoje o EDITAL CIÊNCIAS DO MAR 2 nº 43/2013, que tem por objetivos estimular e apoiar a realização de projetos conjuntos de pesquisa no País entre equipes de diferentes instituições de ensino superior - IES, institutos de pesquisa e demais instituições associadas enquadráveis nos termos deste Edital, possibilitando o desenvolvimento de pesquisa científica e tecnológica, contemplando a formação de recursos humanos em nível de pós-graduação stricto sensu e, de forma complementar, em nível de graduação.


Fonte: PROPESP FURG

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Embrapa abre acesso à biblioteca de dados geoespaciais

Sistema de armazenamento e de consulta de dados geoespaciais é disponibilizado ao público geral


Agência FAPESP – A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) acaba de abrir ao público geral o acesso à Biblioteca Geoespacial, sistema de armazenamento e de consulta de conteúdo geoespacial produzido e administrado pela Embrapa Meio Ambiente, em Jaguariúna (SP).

O modelo conceitual foi desenvolvido pela pesquisadora Margareth Meirelles, da Embrapa Solos (Rio de Janeiro).

“Trata-se de um instrumento de apoio à execução de projetos que envolvem dados geoespaciais para troca e disposição dessas informações, que são armazenadas e distribuídas na forma de arquivo de documentos, vetorial, raster, SigWeb ou mapa digital”, disse Sandro Pereira, analista em geoprocessamento da Embrapa Meio Ambiente e administrador da Biblioteca.

A Biblioteca Geoespacial conta com um servidor de dados onde são registrados os metadados de cada informação armazenada e tem interfaces gráficas para consulta ao conteúdo e para armazenar novas informações.

O acesso para consulta e download na área pública é livre para qualquer usuário, cadastrado ou não. Já na área privada o usuário, de acordo com os privilégios recebidos dos administradores, pode cadastrar dados, incluir notícias e atalhos para outros endereços.

Também são disponibilizados outros endereços da internet, de outros repositórios de dados e de informações geoespaciais. Além disso, é possível acessar outros projetos da Embrapa Meio Ambiente ou de parceiros.

O sistema pode ser acessado em português, inglês ou espanhol. A consulta ao conteúdo cadastrado pode ser por atributos de identificação do arquivo ou por projeto, sendo necessário somente se cadastrar.

A adaptação do programa da biblioteca para o ambiente institucional da Embrapa Meio Ambiente foi consolidada em parceria com o Programa Marco de Gestão Sustentável dos Recursos Hídricos da Bacia do Prata.

Mais informações: http://geo.cnpma.embrapa.br

Fonte: Agência FAPESP

Palestra dia 10/07/2013

Título da Palestra: Energética, Instabilidade Baroclínica e Modos de Estrutura Vertical da Corrente do Brasil ao largo do Sudeste Brasileiro (22-28S)" 
Por: César Barbedo Rocha, M.Sc. IO-USP 
Em: 10/07/2013 às 10:00Hs na sala 3102.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Alunas da FURG são destaque no programa Ciência sem Fronteiras



Como resultado na participação do Programa Ciências Sem Fronteiras, as alunas do curso de Oceanologia da FURG, Priscila Orozco e Bárbara Jung, foram convidadas para apresentar seus trabalhos durante o 2º Workshop Brasil-Canadá em C&T para os Oceanos, realizado em Victoria, no Canadá, em junho deste ano. O workshop envolveu líderes de pesquisa e da indústria no Canadá e no Brasil, engajados nos principais temas da área de Ciências do Mar. Veja os detalhes da noticia no link indicado abaixo:


Fotógrafo brasileiro faz expedição ao Polo Norte e clica 'baleia-unicórnio'

Animal possui dente de marfim que se projeta para fora da cabeça.
Baleia narval habita o Ártico e é rara de ser fotografada, diz Daniel Botelho.

Macho de baleia narval fotografado por Daniel Botelho (Foto: Divulgação/Daniel Botelho)

Fotógrafo brasileiro com experiência em clicar imagens subaquáticas e animais marinhos, Daniel Botelho participou de uma expedição de dez dias ao Polo Norte, no início do mês de junho, e retornou ao brasil há cerca de uma semana. Ele fotografou icebergs, paisagens de gelo e grupos de baleias narval - animais naturais do Ártico, conhecidos pelo macho possuir uma presa parecida com um "chifre", que é, na verdade, um dente de marfim que se projeta por até três metros da cabeça. O cetáceo, segundo a União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN), também é conhecido como "baleia-unicórnio".

"É um animal raro de ser fotografado", disse Botelho. A viagem começou em Ottawa, no Canadá, e seguiu para um povoado remoto no norte do país chamado Arctic Bay. De lá, o fotógrafo seguiu de trenó por dois dias até chegar ao acampamento do grupo da expedição, que foi montado em uma região congelada do oceano.

O grupo explorou regiões de neve próximas à beira do mar, onde o gelo é fino e rachaduras formam-se com facilidade. As temperaturas fora da água chegavam a 30 ºC negativos, conta Botelho. "Nosso acampamento-base ficava recuado desse limite. Às vezes eram centenas de metros de gelo partido a partir de um certo ponto, que nos impediam de prosseguir. Isso foi uma das maiores dificuldades", relata.

Roupas especiais, máscaras, luvas e equipamento de mergulho foram usados por Botelho, além de aparelhagem de fotografia preparada para imagens dentro do mar. "Eu pensava: 'vou ficar com dor, vou queimar o rosto, mas eu sei que a vantagem de estar ali é interagir o máximo de tempo com o animal [baleia narval], para ele se acostumar à minha presença'", afirma o fotógrafo.

Tanto esforço foi recompensado: Botelho chegou a nadar cerca de um quilômetro para longe do grupo, de expedição em um dos dias em que entrou na água, próximo ao local onde imaginava que as "baleias-unicórnio" estariam. O dia estava escuro, o clima era terrível, conta ele. Mesmo assim, uma baleia macho passou pelo explorador e se deixou fotografar.

Depois de algumas imagens, o fotógrafo decidiu nadar de volta para próximo de onde estava o grupo da expedição. "Aconteceu uma das coisas mais incríveis. Eu olho para o lado, sinto um cutucão na perta esquerda, é uma narval fêmea me cutucando, perto", conta. Ele disse ter ficado chocado com o contato tão próximo do animal, que o seguiu. "Foi um momento muito especial", relata.

"[O Ártico] É um ambiente lindo, singular, mas ao mesmo tempo um lugar onde é possível morrer facilmente" devido ao frio e às condições adversas, explica o fotógrafo. Ele ressalta que é a primeira vez que viaja à região do Polo Norte. Botelho chegou a ficar quatro horas dentro da água para fazer imagens de icebergs. O território, diz ele, é "maravilhosamente mortal".

Baleia narval fêmea se aproxima de fotógrafo enquanto ele nada  (Foto: Divulgação/Daniel Botelho)

Iceberg fotografado em mergulho subaquático no Ártico (Foto: Divulgação/Daniel Botelho)

Tendas de acampamento de expedição ao Polo Norte (Foto: Divulgação/Daniel Botelho)




Fonte: G1 Natureza



Equívocos de redação prejudicam trabalhos científicos brasileiros

Avaliação é de Gilson Volpato, professor da Unesp de Botucatu e especialista em redação científica, que lança o Dicionário crítico para redação científica

Por Elton Alisson

Agência FAPESP – Os pesquisadores brasileiros têm se esforçado para melhorar suas habilidades em redação, mas ainda cometem erros ao escrever uma tese ou artigo, segundo Gilson Volpato, especialista em redação e publicação científica.

Para Volpato, professor do Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista (Unesp), isso ocorre porque muitos pesquisadores não dominam ainda conceitos básicos da redação científica.

“Temos boas pesquisas no Brasil que, muitas vezes, são poucos citadas porque os resultados são mal apresentados. Isso se deve a uma série de equívocos sobre conceitos fundamentais na redação de um texto científico, que precisam ser corrigidos”, disse Volpato, à Agência FAPESP.

De acordo com o autor – que dá cursos sobre o tema e já auxiliou pesquisadores a reescreverem mais de 250 artigos em humanas, exatas e biológicas –, um dos conceitos relacionados à estrutura e apresentação dos textos utilizado de maneira equivocada está na introdução.

É comum, segundo ele, alguns pesquisadores erroneamente apenas discorrerem nessa parte fundamental de um texto científico sobre a literatura científica que leram, sem fundamentarem as bases e os objetivos da pesquisa.

“Esse é um vício observado nas introduções de algumas teses e dissertações, onde se inclui a chamada ‘revisão da literatura’, por exemplo, e tenta-se replicar essa mesma estrutura de texto nos artigos submetidos às revistas científicas. Porém, essa estrutura acaba não sendo publicada porque os artigos científicos internacionais seguem a lógica científica que é adotada por todas as boas revistas científicas no mundo e não se pode querer fazer algo diferente”, disse Volpato.

Outro conceito errado é sobre artigo de revisão científica. A ideia é que tal trabalho contribua para o avanço do conhecimento, mas, de acordo com Volpato, muitos artigos do tipo costumam apenas resumir as pesquisas em suas respectivas áreas.

“Há pesquisadores que coletam uma série de dados da literatura recente em suas áreas, fazem um resumo de todo o material coletado e acham que fizeram um artigo de revisão. Mas o artigo de revisão tem que avançar, tem que trazer novas conclusões”, afirmou.

Reavaliação de conceitos

Volpato, em parceria com mais cinco pesquisadores, acaba de lançar o Dicionário crítico para redação científica, com o intuito de contribuir para corrigir e balizar conceitos utilizados erroneamente por pesquisadores brasileiros.

O livro reúne definições de 750 termos utilizados em várias áreas, relacionados à publicação, redação, Filosofia da Ciência, Ética, Lógica, Administração, Estatística, Metodologia, Biblioteconomia e Cientometria, entre outras.

Entre os conceitos definidos pelos autores estão os de autoria, fator de impacto, método lógico e metanálise.“O livro reúne conceitos úteis a cientistas de qualquer área, que são definidos com clareza para nortear a construção de uma ciência que seja de alto nível e que atenda aos padrões internacionais de publicação”, afirmou Volpato.

Segundo ele, a publicação leva o nome de dicionário crítico porque muitas definições atuais utilizadas de forma corrente precisam ser reavaliadas. “O dicionário apresenta definições mais ousadas e também faz críticas a alguns conceitos mais tradicionais que já não fazem mais sentido no universo atual da ciência e da redação científica”, disse.

De acordo com Volpato, há poucos exemplos desse tipo de publicação, a maioria voltada para áreas específicas, como o Critical Dictionary of Sociology e o Critical Dictionary of Art, Image, Language and Culture.

A ideia é que a publicação brasileira chegue a ter mais de 5 mil palavras nas próximas edições. Para isso, já está sendo formada uma equipe com especialistas em diversas áreas, e os autores estão solicitando sugestões de novos termos para serem inseridos.

“As pessoas podem sugerir termos ou fazer críticas aos conceitos já definidos, para que possamos revê-los”, disse Volpato. Os interessados em dar sugestões devem enviar e-mail para dcrc2013@gmail.com. Os nomes dos autores das sugestões aceitas serão mencionados nas respectivas edições nas quais suas contribuições forem publicadas.

Além do novo dicionário, Volpato também é autor dos livros Método lógico para a redação científica, Bases teóricas da redação científica, Publicação científica, Administração da vida científica, Pérolas da redação científica, Dicas para redação científica, Ciência: da filosofia à publicação e Estatística sem dor!.

O professor também divulga seu trabalho no site www.gilsonvolpato.com.br , que oferece artigos, dicas e reflexões sobre redação científica, educação e ética na ciência. O site dá acesso a aulas on-line do curso “Bases teóricas para redação científica”, apresentado por Volpato na Unesp.

Dicionário crítico para redação científica
Lançamento: 2013
Preço: R$ 60
Páginas: 216
Mais informações: www.bestwriting.com.br