segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

FURG aprova projeto para estudar a Cadeia Vitória-Trindade



A FURG teve projeto aprovado na Chamada 62/2013 MCTI/CNPq/FNDCT - Ação Transversal/CT-Aquaviário - Pesquisa e Desenvolvimento em Ilhas Oceânicas do Programa Arquipélago e Ihas Oceânicas. O projeto, liderado pelo Professor Paulo Henrique Rezende Calil, do Instituto de Oceanografia (IO), foi um dos 7 projetos aprovados neste edital. O objetivo do projeto é estudar as interações físico-biológicas em torno da Cadeia Vitória-Trindade que ocorrem devido ao aumento de turbulência gerado pela perturbação topográfica. O valor financiado é de, aproximadamente, um milhão e cem mil reais.
Fonte : Secretaria do IO/FURG

Bentham Open

Bentham Open reúne artigos peer-reviewed publicados em mais de 230 periódicos de acesso aberto da Editora Bentham Science. Essas revistas free-to-view on-line cobrem  todas as principais disciplinas da ciência, tecnologia, medicina e ciências sociais.
Áreas
- Alimentação e Nutrição
- Ciências da Agricultura
- Astronomia
- Bioquímica
- Ciências Biológicas
- Biotecnologia
- Biologia celular e estrutural
- Química
- Ciência da Computação
- Odontologia
- Ciências da Terra
- Energia e Combustíveis
- Engenharia
- Ciência florestal
- Ciência Marinha
- Ciência dos Materiais
- Ciências Ambientais
- Ciências Farmacêuticas
- Ciências Sociais
- Ciências Veterinárias
- Ética
- Física
- Fitotecnia
- Genoma
- Imaginologia
- Informática
- Matemática
- Medicina e Saúde
- Microbiologia
- Nanociência
- Psiquiatria e Psicologia
- Toxicologia
- Transporte
- Vícios
Acesse o link e confira http://www.benthamscience.com/open/

Fonte : http://www.pesquisamundi.org  


9 bibliotecas fictícias que você (gostaria, mas) nunca visitará

Você já se pegou imaginando andando pelos corredores da biblioteca de Hogwarts? Adoraria consultar os arquivos presentes no templo Jedi? Gostaria de poder ver todo o conteúdo dos cristais da Fortaleza da Solidão? Então este post é feito para você. Veja quais são as bibliotecas da ficção que todo mundo gostaria de visitar.
Ela é um espaço importante em todos os livros e filmes da série Harry Potter. É na Biblioteca de Hogwarts que Harry, Rony e Hermione passam muitas horas (ou páginas), durante os anos que estudam na Escola de Magia e Bruxaria. E outros alunos também passam frequentemente por lá. Durante o ataque do basilisco, narrado em Harry Potter e a Câmara Secreta, o livro Hogwarts: Uma História teve uma lista de espera de duas semanas.
2. Biblioteca da Bela e a Fera
O filme A Bela e a Fera foi lançado em 1991. De lá para cá, a animação da Disney já encantou crianças (e adultos) de várias partes do mundo. No filme, a biblioteca do castelo de Fera se torna o lugar favorito de Bela.
3. A Biblioteca de Babel
A Biblioteca de Babel, livro do escritor argentino Jorge Luis Borges, é um enorme labirinto de prateleiras com livros. ‘Suspeito que a espécie humana está prestes a ser extinta, mas a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, equipada com volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta’, diz o narrador da história.
4. Fortaleza da Solidão
Uma biblioteca que oferece conteúdo para ninguém menos que o Superman. É a Fortaleza da Solidão, uma espécie de quartel-general do herói. Nos filmes, o lugar fica em algum canto do ártico. Lá fica guardado todo o conhecimento de Krypton, o planeta original do Clark Kent.
5. Cemitério dos livros Esquecidos
No livro A Sombra do Vento, lançado em 2001, o escritor Carlos Ruiz Zafón conta a história de Daniel, um garoto de 11 anos que perdeu a mãe. Para consolar o menino, o pai resolve levá-lo a uma biblioteca secreta, o Cemitério dos Livros Esquecidos.
6. Biblioteca de livros Apócrifos de O Nome da Rosa
Tanto o livro O Nome da Rosa, do consagrado escritor Umberto Eco, quanto o filme, lançado anos depois, são clássicos. E a biblioteca de livros apócrifos, que fica na abadia medieval que serve de cenário para a trama, é importantíssima para ambos. Por quê? Bem, isso já seria spoiler (vai que alguém ainda não sabe). Vale dizer que O Nome da Rosa narra as investigações de uma série de mortes misteriosas que aconteceram no local.
7. Biblioteca de Um Sonho de Liberdade
O filme Um Sonho de Liberdade, de 1994, já foi apontado em algumas pesquisas como a obra mais injustiçada da história do Oscar. O filme conta a história de um homem que passa quase duas décadas preso, acusado de matar a esposa e o amante dela. A biblioteca da prisão é importante na trama.
8. Arquivos Jedi
Os Arquivos Jedi aparecem no filme Guerra nas Estrelas – Episódio II: O Ataque dos Clones. Lá está acumulado todo o conhecimento do Universo.
9. Biblioteca do filme A Múmia
No filme A Múmia, de 1999, Evelyn é uma bibliotecária atrapalhada quando conhece o explorador Rick O’Connel. Juntos, eles descobrem antigos segredos egípcios e até mesmo ressuscitam múmias (que deveriam ficar mortas para sempre).
Fonte: Leitor cabuloso  site http://leitorcabuloso.com.br
 
 
 
 
 
 
 
 

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

FURG aprova novos projetos na chamada CNPq/MCTI/PROANTAR



A FURG teve três projetos aprovados na Chamada CNPq 64/2013 - Programa
Antártico Brasileiro (PROANTAR). Os projetos liderados pelos Professores Eduardo R. Secchi, Luciano Dalla Rosa e Mauricio M. Mata, do Instituto de Oceanografia,  têm como objetivo estudar diversos aspectos ambientais e ecossistêmicos da região oceânica no entorno da Península Antártica nos próximos 3 anos. Todos os projetos estão no escopo do Grupo de Oceanografia de Altas Latitudes (GOAL), grupo de pesquisa também sediado no IO/FURG, e juntos somam cerca de R$2.5milhões (aproximadamente 20% do montante total do edital).
Fonte : Secretaria do IO/FURG

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

FURG tem primeiro curso nivel 6 da CAPES!



É com grande satisfação que informamos que o Programa de Pós-Graduação
em Oceanografia Biológica do IO-FURG obteve nota 6 na avaliação trienal da CAPES. O resultado foi divulgado ontem (10/12) pela Capes e engloba a avaliação de todos os Programas de Pós-Graduação do Brasil. Esta nota coloca o PPGOB como o melhor curso na área de Oceanografia Biológica.

O Programa de Pós-Graduaçao em Aquicultura também teve sua nota elevada de 4 para 5, a mesma nota obtida pelo Programa de Pós-Graduação em Oceanografia Física, Química e Geológica. O Programa de Gerenciamento Costeiro manteve a nota 3.

A avaliação dos programas do IO é resultado do empenho dos professores
na qualidade do ensino das Ciências do Mar, e reflete o comprometimento do IO em aprimorar o conhecimento científico nessa área. Os coordenadores dos programas estão de parabéns pelo excelente trabalho desenvolvido no último triênio.
Fonte: Secretaria do IO/FURG

Prêmios Nobel: artigos gratuitos

A editora Wiley compartilha o conhecimento dos Prêmios Nobel até o final do ano sem custos.
Acesse o endereço abaixo  para acessar os artigos
http://olabout.wiley.com/WileyCDA/Section/id-819076.html?dmmsmid=80654&dmmspid=18387919&dmmsuid=2141042
Fonte: Blog do Sistema de Bibliotecas da UCS

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Cresce número de artigos científicos ‘despublicados’ por fraude ou erro

Nunca tantos artigos científicos foram publicados e nunca foi tão fácil ter acesso a eles de graça. São notícias aparentemente ótimas, mas dois levantamentos recentes indicam que o efeito colateral desses avanços é uma explosão no número de estudos fraudados, plagiados ou simplesmente muito ruins.
Uma das maneiras de medir isso é a análise das “retratações”, nome dado às pesquisas “despublicadas” por problemas éticos ou erros.
Em artigo na revista científica “PLoS ONE”, pesquisadores nos EUA apontam que, de 2003 a 2012, o número de artigos retratados (1.333 numa das principais bases de dados do setor, a PubMed) foi quase o dobro do que se viu entre 1973 e 2002 (só 714).
Dos anos 1970 para cá, a produção científica cadastrada na PubMed praticamente quadruplicou, mas os artigos “retratados” cresceram em ritmo ainda mais forte, chegando perto de ficar seis vezes mais comuns.
outro levantamento foi feito de forma mais rocambolesca. O jornalista americano John Bohannon, da “Science” (um dos periódicos científicos mais respeitados do mundo), enviou diversas versões de um estudo fajuto para mais de 300 revistas de acesso livre (que não cobram pela leitura de seus artigos).
Resultado: metade delas topou publicar a pseudopesquisa. Entre essas revistas está uma publicação brasileira, a “Genetics and Molecular Research”, cujo editor-chefe diz ter havido erro de interpretação.


Nunca tantos artigos científicos foram publicados e nunca foi tão fácil ter acesso a eles de graça. São notícias aparentemente ótimas, mas dois levantamentos recentes indicam que o efeito colateral desses avanços é uma explosão no número de estudos fraudados, plagiados ou simplesmente muito ruins.
Uma das maneiras de medir isso é a análise das “retratações”, nome dado às pesquisas “despublicadas” por problemas éticos ou erros.
Em artigo na revista científica “PLoS ONE”, pesquisadores nos EUA apontam que, de 2003 a 2012, o número de artigos retratados (1.333 numa das principais bases de dados do setor, a PubMed) foi quase o dobro do que se viu entre 1973 e 2002 (só 714).

Dos anos 1970 para cá, a produção científica cadastrada na PubMed praticamente quadruplicou, mas os artigos “retratados” cresceram em ritmo ainda mais forte, chegando perto de ficar seis vezes mais comuns.

outro levantamento foi feito de forma mais rocambolesca. O jornalista americano John Bohannon, da “Science” (um dos periódicos científicos mais respeitados do mundo), enviou diversas versões de um estudo fajuto para mais de 300 revistas de acesso livre (que não cobram pela leitura de seus artigos).
Resultado: metade delas topou publicar a pseudopesquisa. Entre essas revistas está uma publicação brasileira, a “Genetics and Molecular Research”, cujo editor-chefe diz ter havido erro de interpretação.

 
FÓRMULA
Os estudos enviados por Bohannon seguiam uma fórmula simples, mas crível: a molécula X, extraída de um líquen Y, inibe o crescimento de células de câncer do tipo Z (um programa de computador foi usado para criar variações desse tema).
O objetivo do “trote”, segundo a “Science”, foi mostrar que existe um submundo de revistas científicas de acesso livre “predatórias”. Em geral sediadas fora da Europa e dos EUA, essas revistas usariam o pretexto do acesso livre para ganhar dinheiro. Nesse tipo de publicação, o cientista paga os custos de impressão do artigo, diferentemente das revistas tradicionais, que cobram assinatura dos leitores.
Além de identificar o crescimento dos artigos “despublicados”, a pesquisa na “PLoS ONE”, liderada pelo neurofisiologista americano Grant Steen, identificou outras tendências significativas.
O perfil de quem tem artigos retratados mudou. Até os anos 1990, a maioria era gente que fazia isso várias vezes, espécie de mentirosos contumazes. Hoje, mais de 60% das “retratações” está ligada a pesquisadores que nunca tinham sofrido isso antes.
“Cientistas mais jovens podem não ter sido integrados corretamente à maneira como a ciência funciona, seja por falta de mentores cuidadosos, seja por excesso de pressão para publicar. Mas não conseguiria provar essa ideia”, ressalta ele.
Um ponto que pode ser positivo, segundo ele, é que o tempo para que um artigo seja retratado encolheu: de mais de quatro anos antes de 2002 para dois anos hoje.
“Isso pode ser visto como um sinal de saúde do sistema científico. Temos de esperar para ver se a taxa de retratações vai aumentar mais. Se isso acontecer, é o caso de ficarmos mais preocupados.”
Fonte: Folha de S. Paulo