quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

PROCESSO SELETIVO DOUTORADO - PPGAqui



Estão abertas as inscrições para o processo seletivo no curso de doutorado do Programa de Pós Graduação em Aquicultura. Inscrições abertas de 20 de dezembro até 13 de janeiro, para efetuar a mesma vocês devem acessar o site (www.siposg.furg.br). 

Para dirimir dúvidas contate a Secretaria através do fone (53) 3236-8042 ou pelo e-mail (aquicultura@furg.br).

FONTE: http://www.io.furg.br/index.php/noticias/788-processo-seletivo-doutorado-ppgaqui

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

FURG participará da nova Rede Nacional de Pesquisa em Biotecnologia Marinha



No período de 12 a 14 de Dezembro foi realizada uma reunião no Auditório Álvaro Alberto do CNPq em Brasília, para a definição da nova Rede Nacional de Pesquisa em Biotecnologia Marinha (RN-BioTecMar). A RN-BioTecMar desenvolverá pesquisas para obtenção de processos e bioprodutos a partir de organismos marinhos naturais, ou produzidos em sistemas de aquicultura.
A Rede deverá iniciar suas atividades em 2017 e contará com a participação de alunos e professores do Núcleo de Aquicultura e Biotecnologia Marinha do Instituto de Oceanografia da FURG.
Maiores informações no “link” abaixo.


Fonte: Secretaria do IO/Furg, mensagem enviada em 19/12/2016
 

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Usuários do Portal têm acesso a sete bases de dados de estruturas cristalinas

O conceito de estrutura cristalina está relacionado à organização dos átomos de forma geométrica. Essas formações estão presentes em diversos tipos de materiais, como sais, metais e grande parte dos minerais. Os conhecimentos acerca de estruturas cristalinas se expandem para muitas áreas: ciências biológicas, bioquímica e biofísica, engenharias, matemática, física, entre outras.

Para contribuir com a disseminação de informações técnicas e científicas desse campo de atuação, o Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) abriga em seu acervo sete bases de dados de estruturas cristalinas (BDEC). A partir delas, é possível conhecer as características dos compostos cristalinos, bem como suas formas, propriedades, aplicações e funções.

As plataformas são as relacionadas abaixo e podem ser acessadas a partir da opção Buscar base:

American Mineralogist Crystal Structure Database (ANCSD)
A partir dessa interface é possível consultar dados sobre estruturas cristalinas publicados principalmente pelas publicações: American Mineralogist, The Canadian Mineralogist, European Journal of Mineralogy e Physics and Chemistry of Minerals. Conjuntos de dados selecionados de outros periódicos também integram a base. A plataforma é mantida sobre os cuidados da Mineralogical Society of America e da Mineralogical Association of Canada, além de ser financiada pela National Science Foundation.
ASM Materials Information
A ASM Materials Information reúne diversas ferramentas para pesquisa em engenharia de materiais, desde estrutura até nanoescala:

• 28 volumes da ASM Handbooks Online (incluindo suplementos e duas edições da ASM Desk)
• ASM Alloy Center Database (com informações sobre propriedades, gráficos de performance e orientações de processamento de metais e ligas específicas)
• ASM Micrograph Database (que oferece 3800 micrográficos de ligas industrialmente importantes)
• ASM Failure Analysis Database (que reúne mais de 1000 casos e informações sobre mecanismos e métodos de análise de defeitos de estruturas cristalinas)
• ASM Alloy Phase Diagram Database (com acesso a mais de 35 mil diagramas de fase binário e ternário, além de dados de fase associados, incluindo os sistemas inorgânicos)
• ASM-NACE Corrosion Analysis Network (mais de 20 mil documentos com informações para pesquisa, prevenção e solução de problemas relacionados a corrosão)
• ASM Medical Materials Database (informações mecânicas, físicas e biológicas, além de propriedades de interação entre drogas e materiais de revestimento usados em dispositivos médicos na área de Cardiologia e Ortopedia)

Cambridge Structural Database (CSD)
A base reúne vários recursos:

• WebCSD: rápido acesso a estruturas químicas, incluindo pesquisas de subestruturas
• ConQuest: consultas a mais de 600 mil estruturas cristalinas de forma textual e numérica, por subestrutura química, busca geométrica em 3D e pesquisas por contato intermolecular e não ligado
• IsoStar: milhares de gráficos de interação em 3D que mostram a probabilidade de ocorrência e características espaciais de interação entre pares de grupos químicos funcionais
• Mercury: ferramentas para visualização de estruturas 3D, permitindo a compreensão de fraquezas e forças de estruturas e análises estatísticas de dados
• Mogul: informações sobre geometrias moleculares preferenciais, permitindo o acesso a classificações químicas de comprimentos de ligação, ângulos de ligação, ângulos de torção acíclicos e conformações de anéis
• Suíte Hermes: interface integrada a aplicações em ciências da vida, com ênfase na análise de interações proteína-ligante, permitindo opções avançadas de visualização e interação de instalação de encaixes

Crystallography Open Database (COD)
Trata-se de uma base de dados abrangente na área de estruturas cristalinas, excluindo biopolímeros. É coordenada por pesquisadores com experiência no assunto, com o objetivo de manter a base atualizada e realizar a avaliação de dados e cálculos. A comunidade científica é convidada a alimentar a plataforma, inserindo dados de pesquisas na base.

CrystMet
Contém dados químicos, cristalográficos e bibliográficos com comentários relacionados a detalhamentos de experimentos para cada estrutura, com foco em metais, ligas e intermetálicos. As informações são inseridas em uma base de cristalografia, que oferece ferramentas para pesquisa, análise, manipulação, visualização e associação de gráficos estatísticos.

Inorganic Crystal Structure Database (ICSD)
A ICSD oferece informações sobre compostos inorgânicos de estrutura cristalina: nomenclatura; fórmula molecular; propriedades cristalográficas; condições de determinação das propriedades cristalográficas; e referências bibliográficas de onde foram extraídas as informações. É produzida a partir da parceria entre o FIZ Karlsruhe e o National Institute of Standards and Technology.

Mineralogy Database
Abrange mais de quatro mil descrições de espécies de minerais com links, além de uma ampla biblioteca de imagens. Cada mineral tem uma página ligada a tabelas dedicadas a cristalografia, estruturas cristalinas, poder de difração do raio-x, composição química, propriedades físicas e óticas, nova classificação de Dana, classificação de Strunz, imagens e uma lista alfabética de espécies minerais. Também contempla links para dados e informações de minerais de fontes externas à base.  

Fonte: Portal Periódicos Capes por Alice Oliveira dos Santos

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Livro novo sobre cultivo de camarões

Recebemos, como doação, dois exemplares da obra  "Cultivo de camarões em gaiolas e cercados no estuário da Lagoa dos Patos", ano 2016, dos editores Wilson Wasielesky Junior e Luis Henrique Poersch, ambos docentes do Instituto de Oceanografia da FURG.  As obras já estão disponíveis nesta biblioteca setorial. Capa abaixo:

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Novos exemplares de periódicos recebidos em dezembro

                                         Revista de Biología Tropical, v. 64, n. 3, setiembre 2016

African Journal of Marine Science, v. 38 supl. july 2016, "Ecosystem processes in the KwaZulu-Natal Bight"

terça-feira, 29 de novembro de 2016

'Pescar', puxar e empurrar: os planos dos cientistas para 'recolher' o lixo espacial

Nave vai testar maneiras de "pescar" detritos na órbita do planeta - ou de forçar sua destruição.

Desde o início da exploração espacial nos anos de 1950, toneladas de lixo espacial estão se acumulando na órbita da Terra.
Para resolver o problema, cientistas planejam enviar ao espaço no ano que vem uma nave criada para testar maneiras de se livrar desses detritos.
Assista ao vídeo. 
Pesquisadores da Universidade de Southampton, no Reino Unido, monitoram o lixo espacial na órbita terrestre. Eles estimam que haja cerca de 22 mil pedaços com tamanho superior a 10 centímetros.
Detritos menores, porém, chegam à casa dos milhões.
O lixo espacial é formado em geral por partes e componentes de satélites, foguetes e naves descartados durante missões espaciais.
A nave que será colocada em órbita no ano que vem testará maneiras de limpar esse lixo. Ela vai usar uma rede e um arpão para capturar esses destroços. 
Vai usar ainda uma vela para tentar forçar grandes destroços a entrar na atmosfera - onde são destruídos pela alta temperatura de reentrada.
Mas haverá outras dificuldades a superar - a principal delas deve ser o financiamento dessas missões.
Cientistas estimam que custará milhões para retirar um único detrito.
Além disso, eles não podem, por questões legais, capturar lixo espacial aleatoriamente - para recolher um satélite obsoleto, por exemplo, é preciso que o país responsável por ele concorde com isso. 
Mas os pesquisadores alertam que, se nada for feito em relação ao problema, será impossível manter satélites ou operar no espaço no futuro.  

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Apresentações dos Relatórios de Estágio Curricular - Curso de Tecnologia em Gestão Ambiental

                                      
Nos próximos dias 01 e 02/12 (5ª e 6ª feira) ocorrerão as apresentações dos Relatórios de Estágio Curricular dos formandos do curso de Tecnologia em Gestão Ambiental.
Todas as apresentações serão no Pav. 4 (auditório 4110). Ver na Programação acima os detalhes sobre os participantes e horários.

                         Fonte: mensagem enviada pela  Secretaria do IO/Furg em 28/11/2016, solicitando divulgação.