Biblioteca especializada em Oceanografia da Universidade Federal do Rio Grande - FURG
segunda-feira, 15 de abril de 2019
Global Environment Outlook 6
Para conhecimento e divulgação
A ONU lançou o 6º Relatório Global sobre o Meio Ambiente. Os capítulos 7 e 14 tratam das zonas costeiras e oceanos. Para acesso ao relatório visitar:
http://www.unenvironment.org/resources/global-environment-outlook-6#.XK_UksPHkLE.email=0A=0A
Fonte: Secretaria do IO/FURG
Tartaruga retorna ao ninho e encontra um aeroporto no lugar. Colocou os ovos no asfalto
Por Lucas - 15/04/2019
As tartarugas voltam para o mesmo local
ano após ano para cavar seus ninhos e depositar seus ovos, o mesmo local
onde elas próprias nasceram muitos anos antes.
Tendo evitado ser apanhada pelos
predadores e sobrevivendo à incrivelmente improvável jornada na
maturidade sexual – apenas 1 em cada 1.000 filhotes sobrevivem até a
idade adulta – o que acontece quando uma tartaruga marinha volta à sua
praia de nidificação apenas para descobrir que a praia não existe mais?
Foi o que aconteceu com uma tartaruga-verde grávida que foi vista
depositando seus ovos no asfalto de uma pista recém-construída no local
historicamente popular de nidificação na ilha de Maafaru, no atol de
Noonu, nas Maldivas.
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De acordo com o jornal local The Edition,
a tartaruga fez o seu caminho para a pista e colocou seus ovos ali
mesmo, possivelmente confundindo o asfalto quente com a areia quente que
estava esperando. No entanto, apesar das circunstâncias tristes, a
tartaruga foi devolvida ao mar pelos habitantes locais e foi vista pela
última vez com boa saúde.
Uma fonte do governo da ilha disse à
edição: “Apesar da construção da pista, a freqüência com que as
tartarugas visitam a ilha para fins de nidificação não diminuiu.”
No entanto, esta história destaca o
crescente problema da expansão humana em lugares incrivelmente remotos
que afetam a fauna local através da perda de habitat, especialmente para
criaturas como tartarugas marinhas, consideradas ameaçadas pela Lista Vermelha da IUCN.
O aeroporto de Maafaru ainda está em
construção, mas a pista já ocupa 2.200 metros do atol minúsculo, e
quando estiver finalizado, será capaz de acomodar seis aeronaves do
tamanho de Boeing 737s. Existem outros planos para um hotel e resort.
O aeroporto financiado pelo Fundo Abu
Dhabi para o Desenvolvimento, que teria custado 60 milhões de dólares,
foi um presente dos Emirados Árabes Unidos, segundo o ex-presidente das
Maldivas Abdulla Yameen Abdul Gayoom.
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Fonte: SABERMAIS,ORG / POR LUCAS RABELLO
quinta-feira, 11 de abril de 2019
Do homem no celular que não viu a baleia passar e o retrato de nossos tempos
Por
Revista Pazes-
Texto de Grace Bender publicado originalmente em Conti Outra
Há alguns dias li uma curiosa matéria publicada no site O Globo sob o título: “Homem não vê baleia que passou do seu lado porque estava enviando mensagens no celular” (leia aqui). De acordo com o texto, o rapaz em seu veleiro perdeu um verdadeiro espetáculo da natureza: uma enorme baleia jubarte passando a pouquíssimos metros da embarcação.
Confesso que quando passei o olhar ligeiramente sobre a chamada, pensei que devesse se tratar de apenas mais uma das diversas notícias duvidosas ou falaciosas que comumente circulam pelas redes sociais. Não era possível! Como um homem não poderia perceber uma visita nada discreta e tão rara?
Ao que tudo indica sim, é possível. A Aldeia Global de McLuhan parece realmente ter se esfacelada. Ou não: ao mesmo tempo em que parecemos estar todos mais próximos, seja por whatsapp, facebook, skype, sms, etc., paradoxalmente estamos nos afastando do momento presente e de tudo aquilo que acontece ao nosso redor. São os dois lados de uma mesma moeda, consequência da dinâmica de globalização tecnológica.
Há alguns dias li uma curiosa matéria publicada no site O Globo sob o título: “Homem não vê baleia que passou do seu lado porque estava enviando mensagens no celular” (leia aqui). De acordo com o texto, o rapaz em seu veleiro perdeu um verdadeiro espetáculo da natureza: uma enorme baleia jubarte passando a pouquíssimos metros da embarcação.
Confesso que quando passei o olhar ligeiramente sobre a chamada, pensei que devesse se tratar de apenas mais uma das diversas notícias duvidosas ou falaciosas que comumente circulam pelas redes sociais. Não era possível! Como um homem não poderia perceber uma visita nada discreta e tão rara?
Ao que tudo indica sim, é possível. A Aldeia Global de McLuhan parece realmente ter se esfacelada. Ou não: ao mesmo tempo em que parecemos estar todos mais próximos, seja por whatsapp, facebook, skype, sms, etc., paradoxalmente estamos nos afastando do momento presente e de tudo aquilo que acontece ao nosso redor. São os dois lados de uma mesma moeda, consequência da dinâmica de globalização tecnológica.
De fato, já podemos observar uma geração de jovens cada vez mais
desinteressada e apática. Se por um lado testemunhamos uma era de
co-presença virtual dos indivíduos, a era dos humanos ligados ao
instante, por outro podemos observar o surgimento de um ser humano cada
vez mais distante e indiferente, em outras palavras, insípido. Este novo
ser está tão conectado (ao mundo online) que acaba por se desconectar
de sua própria realidade concreta e palpável, acontecendo exatamente no
seu entorno, a cada instante e minuto.
E o que pode acontecer em um minuto? Bem, em um minuto podem ser postadas 72 horas de vídeo no YouTube, enquanto 204 milhões de emails chegam aos seus destinatários e 350 GB de dados são recebidos pelos servidores do Facebook…ou pode passar uma baleia ao seu lado (se estiver em alto mar, é claro). De qualquer forma, estes foram os dados angariados pela Qmee, empresa de consultoria norte-americana, e diz respeito a uma parte do que acontece pela internet afora enquanto em um minuto um evento precioso pode passar despercebido.
E o que pode acontecer em um minuto? Bem, em um minuto podem ser postadas 72 horas de vídeo no YouTube, enquanto 204 milhões de emails chegam aos seus destinatários e 350 GB de dados são recebidos pelos servidores do Facebook…ou pode passar uma baleia ao seu lado (se estiver em alto mar, é claro). De qualquer forma, estes foram os dados angariados pela Qmee, empresa de consultoria norte-americana, e diz respeito a uma parte do que acontece pela internet afora enquanto em um minuto um evento precioso pode passar despercebido.
E assim a vida transcorre de minuto a minuto. As informações
coletadas nos revelam que estamos deixando a vida passar enquanto
ficamos hipnotizados pelo visor e por uma exacerbada interação a
distância. Não sei se foi exatamente esse o caso do rapaz que perdeu a
chance extraordinária de experimentar a real sensação de estar lado a
lado com um dos maiores animais do planeta.
Não há como tirar conclusões, muito menos julgar a atitude do homem no veleiro como certa ou errada. Mas faz pensar sobre as consequências da extrema conectividade que parece estar suplantando o interesse pelas coisas mais simples do mundo. E que mundo é esse que parece já não surtir tanta graciosidade sobre os nossos olhos, que buscamos tão fervorosamente escapar, distraindo-nos?
Não há como tirar conclusões, muito menos julgar a atitude do homem no veleiro como certa ou errada. Mas faz pensar sobre as consequências da extrema conectividade que parece estar suplantando o interesse pelas coisas mais simples do mundo. E que mundo é esse que parece já não surtir tanta graciosidade sobre os nossos olhos, que buscamos tão fervorosamente escapar, distraindo-nos?
Reinventar a graça do mundo é reinventar o olhar, é abrir-se
sensivelmente para a realidade que o cerca ao enxergá-la como se fosse
pela primeira vez. Você poderá se surpreender!
Nota da Conti outra: o texto acima foi publicado com a autorização da autora.
Fonte: Revista Pazes
quarta-feira, 10 de abril de 2019
Palestra: Projeto Trenó de Vento, um triunfo da simplicidade
O Trenó de Vento (Inuit Windsled Project), é um projeto
científico de caráter internacional que possui como eixo
central o primeiro veículo eólico patenteado e desenhado
para a investigação polar, capaz de percorrer milhares de
quilômetros de superfície de gelo sem deixar resíduos
contaminantes. Promovido e desenhado pelo explorador polar
Ramón Larramendi, consiste em um autêntico laboratório
móvel que permite aos pesquisadores a coleta de dados e
amostras em territórios praticamente inexplorados dos
mantos de gelo da Antártica e Groenlândia, cujo
conhecimento é fundamental para projetos de investigação
relacionados com as mudanças climáticas e a história da
evolução da vida na Terra. Graças a essa plataforma
sustentável, hoje se pode fazer ciência com eficiência
energética a um custo econômico razoável com relação a
outras infraestruturas científicas destinadas aos mesmos
fins.
Palestrante: Ramón Larramendi.
Data: 30/04 às 11h.
Local: Auditório João Rocha, Instituto de Oceanografia
da FURG.
Mais informações com o Prof. Jorge Arigony (jorgearigony@furg.br).
Fonte: Secretaria do IO/FURG
terça-feira, 9 de abril de 2019
Água-Viva-Juba-de-Leão, a maior água-viva do mundo
Água-Viva-Juba-de-Leão. Maior água-viva do mundo se reproduz desenfreadamente e preocupa cientistas
Como se já não bastassem os problemas ambientais gerados pela invasão dos peixes-leão , uma nova criatura também tem invadido as águas do México e do Ártico. Trata-se da água-viva-juba-de-leão. Além de extremamente bela, essa espécie pode chegar a medir 2 metros de diâmetro com tentáculos que alcançam 35 metros de comprimento.Encontros não devem ser muito agradáveis
Os encontros com a
água-viva-juba-de-leão não devem ser muito agradáveis!! Elas têm
centenas de tentáculos gigantes com células venenosas que capturam as
presas. Desde zooplânctons, a outras águas-vivas, e até indivíduos de
sua mesma espécie.
As toxinas são venenosas e mortais
As toxinas presentes nos tentáculos das juba-de-leão são venenosas e mortais
o suficiente para incapacitar as pequenas criaturas e provocar um
bocado de dor em humanos. Uma vez capturada a presa, os enormes
tentáculos a levam até a boca, um orifício que também funciona como
ânus.
Animais não têm olhos
A água-viva-juba-de-leão não tem olhos. São equipadas apenas com estruturas rudimentares capazes de detectar a luz. Além disso, as juba-de-leão em vez de terem cérebro, contam com uma estrutura nervosa que essencialmente controla todos seus processos vitais.
Essas águas vivas cegas e “desmioladas”
não têm sua reprodução abalada pelo aquecimento global. E tem aumentado
muito mais do que outros animais marinhos que sofrem com a ação humana.
Poluição, pesca, aquecimento, “uma benção” para a água-viva-juba-de-leão
Segundo cientistas da CSIRO
— organização governamental para pesquisas científicas na Austrália —
embora a poluição, a pesca desenfreada, o aquecimento global e o
resultante desequilíbrio ambiental sejam uma praga para muitas espécies
marinhas, tudo isso é uma verdadeira bênção para a
água-viva-juba-de-leão.
Os pesquisadores explicaram que ainda
não existem muitos dados sobre a explosão na população de águas-vivas.
Contudo, eles já conhecem algumas consequências: além de mais acidentes
com banhistas, mais usinas nucleares podem ser atacadas e obstruídas e
algumas espécies de peixes poderão desaparecer depois que as
juba-de-leão devorarem todos seus ovos.
Assim como os peixes-leão, as águas-vivas-juba-de-leão também podem contribuir com o desequilíbrio ambiental marinho.Veja mais no vídeo abaixo:
Fonte: Mar Sem Fim
quinta-feira, 4 de abril de 2019
[IOCCP News] Paris Declaration on All-Atlantic Ocean Observing released at the First AtlantOS Symposium
We would like to let you know that the consortium of the EU-Horizon 2020 funded project AtlantOS (“Optimizing and Enhancing the Integrated Atlantic Ocean Observing System“) and participants of the First International AtlantOS Symposium have released the Paris Declaration calling for an All-Atlantic Ocean Observing System that builds on cooperation through Galway and Belem Statements. The Declaration and the Symposium mark the transition from the EUHorizon 2020 Project AtlantOS to its development into the international All-Atlantic Ocean Observing System.
The
Symopsium, which took place on 25-28 March at
the UNESCO Headquarters in Paris (France), was
attended by scientists, policy makers, users,
funders, the private sector and non-governmental
organizations. The participants of this four-day
long international meeting not only celebrated
the success of four years of AtlantOS project
work involving 62 partners from 18 countries and
the investment of 20 million Euros, but also,
presented a plan and ambition for the next
decade of ocean observing in the Atlantic Ocean
Basin to deliver on the needs of the Atlantic
communities.
For more information on the Symposium please
see our site HERE or follow the
links above.
Fonte: Secretaria IO/FURG
Fossa das Marianas, 11 mil metros: encontrada vida exuberante nas profundezas
Fossa das Marianas, apesar da vida marinha, local foi proposto para ser depósito de resíduos nucleares
Ela é o local mais profundo dos Oceanos. Situa-se no Pacífico, a leste das Ilhas Marianas, na fronteira entre as placas tectônicas do Pacífico e das Filipinas. Nossa ignorância sobre os oceanos é tão abissal quanto ela. No passado recente, a Fossa das Marianas foi proposta para ser local de depósito de resíduos nucleares! E esta não foi a única vez que o oceano foi considerado como depósito de lixo radioativo. O mesmo absurdo aconteceu no Ano Geofísico internacional 57- 58.
A descoberta da Fossa das Marianas
A descoberta foi produto da viagem do
Challenger, exploração britânica de volta ao mundo entre 1872 e 1876,
percorrendo 127 mil quilômetros. A influência da exploração do Challenger
foi tamanha que o estudo do mar, a partir daí, foi encarado como uma
disciplina legítima à qual foi dada o nome de Oceanografia.
A formação da Fossa das Marianas
De acordo com a National Geographic, “as
zonas de subdução ocorrem onde uma parte do fundo do mar – neste caso, a
placa do Pacífico – mergulha abaixo de outra, a placa das Filipinas. Embora
as forças tectônicas acabem por deformar a placa do Pacífico para que
ela faça um mergulho quase vertical no interior da Terra, no fundo do
mar a placa mergulha em um ângulo menos abrupto.” Uma das razões pelas
quais a Fossa das Mariana seja tão profunda, é porque o Pacífico Ocidental abriga alguns dos mais antigos fundos marinhos do mundo – cerca de 180 milhões de anos. Outro fator, é que a Fossa das Marianas está longe da foz de qualquer rio que, normalmente, despeja lama no mar.
Fundo submarino formado por lavas
O fundo dos oceanos é formado por lava em cumes. Quando é fresca, a lava é comparativamente quente e flutuante, subindo alto no manto de água subjacente. Mas,
à medida que envelhece e afasta-se da sua fonte, a lava esfria
lentamente e torna-se cada vez mais densa, fazendo com que se assente
sempre mais baixo. Esse é o caso da Fossa das Marianas.
Os primeiros a chegarem ao fundo da Fossa das Marianas
Aconteceu muito recentemente, em 1960,
quando o batiscafo Trieste, da marinha dos Estados Unidos, tripulado
pelo tenente Don Walsh e o cientista Jacques Piccard participaram da
expedição.
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| O batiscafo Trieste, o primeiro a descer. (Foto:http://zinkabaut.com/) |
A descida e subida demorou 9 horas. Os dois exploradores ficaram por 20
minutos no ponto mais profundo dos oceanos. A profundidade é tal que
dentro caberia o Everest e ainda sobraria espaço.
Segundo o escritor Bill Bryson, em seu livro Breve História de Quase Tudo (Ed. Cia das Letras), a aventura nunca mais foi repetida, em parte porque a Marinha dos Estados Unidos se negou a financiar novas missões
porque “a nação estava prestes a se voltar para as viagens espaciais e
a missão de enviar um homem à Lua. Isso fez com que as investigações do
mar profundo parecessem sem importância e um tanto antiquadas. Mas o
fator decisivo foi a escassez de resultados do mergulho do Trieste”.
Escassez de resultados do Trieste: entenda por quê
A pressão nestas profundidades, mil
vezes maior que a nível do mar, é tão violenta que as janelas do
Trieste, uma esfera de aço de 2 metros de diâmetro, eram do tamanho de
moedas para não explodirem.
1985, ano de grandes descobertas
“Em 1985 o oceanógrafo Robert Ballard, que tornou-se famoso pela descoberta do Titanic,
utilizou um ROV (Remotely operated underwater vehicle) e seu
minissubmarino Alvin para fazer mais uma descoberta histórica em
conjunto com o pesquisador Dedley Foster. Eles comprovaram que, ao
contrário do que se supunha, abaixo da camada batipelágica situada entre
1000 e 4000 metros, volta a existir vida.”
Vida marinha a mais de 10 mil metros de profundidade
“Pelas imagens de Ballard e Foster,
comprovou-se que graças aos componentes químicos e ao calor exalado
pelos vulcões por delicadas “chaminés”
encontrados nas Fossas Marianas há vida exuberante nas profundezas.
Ali há um incalculável número de espécimes vivos altamente
desenvolvidos e adaptados à colossal pressão encontrada. As filmagens do
ROV de Ballard e Foster mudaram para sempre parte da história da
evolução da vida no planeta. E abriram um campo imenso para novas
pesquisas.”
Março de 2012: o terceiro ser humano desce na Fossa das Marianas
Nesse ano o cineasta James Cameron foi o terceiro ser humano a conseguir a façanha. Ele desceu no submersível Deepesea Challenger até a parte mais profunda da Fossa das Marianas.
Assista ao vídeo do mergulho de James Cameron:
Poluição na Fossa das Marianas
Apesar da dificuldade de acesso, estudos mostram que a poluição provocada pelo ser humano já chegou até no fundo da Fossa das Marianas.
Uso da Fossa das Marianas como depósito de lixo radioativo
Matéria do www.sciencedirect.com/
informa que “os japoneses fizeram uma proposta para despejar resíduos
em uma planície abissal a meio caminho entre Tóquio e as Marianas do
Norte. A possibilidade foi discutida desde meados da década de 1970. A
implementação da proposta foi adiada por causa dos protestos de Ilhéus
do Pacífico. No início de 1985, o primeiro-ministro Nakasone disse que a
proposta não estava mais em consideração.”
Países europeus liderados pela Inglaterra despejaram resíduos nucleares nos oceanos
O mesmo texto diz que “quatro países
europeus – liderados em volume pelo Reino Unido – despejaram resíduos
nucleares de baixo nível anualmente em um local no Atlântico Nordeste
até Fevereiro de 1983. Neste ano uma proposta de moratória dos membros
da 1972 London Dumping Convention interrompeu as operações.”
Fonte: Mar Sem Fim
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