quinta-feira, 6 de agosto de 2015

GCOS conference: Global Climate Observation: the Road to the Future, 2-4 March 2016, Amsterdam

*GLOBAL CLIMATE OBSERVATION: THE ROAD TO THE FUTURE*

*2-4 March 2016, Amsterdam, the Netherlands*

We are very pleased to announce that the website for the 
conference */Global Climate Observation: the Road to the
Future/* has gone live today (www.gcos-science.org <
http://www.gcos-science.org>).

The conference */Global Climate Observation: the Road to
the Future/* is being held from *2-4 March 2016* at the
Royal Academy of Arts and Sciences, Amsterdam, to provide
an opportunity to shape the new GCOS implementation plan. 
The main goals of the meeting are to:

·Show how ECVs have helped shaping our understanding
of climate

·Discuss observations for adaption, mitigation &
disaster risk reduction

·Identify critical gaps in the observing system

* Identify future areas for use and development of new
 technology

The main outcome should be a list of priority and 
additional actions that can be included in a new GCOS
Implementation plan.Guidance on how GCOS should align
its work plan with other related climate policy 
activities (RAMSAR, CBD, etc) and work programmes is
also expected.

*The registration to the conference will be open on
15 October 2015.*
The Science Committee, under the leadership of Prof.
Dr. A.J. Han Dolman(VU University Amsterdam), will be
assisting in shaping up the details of the plenary and
poster sessions. The structure of the 
programme will be available in October 2015.

In the meantime if you have any questions related to the 
conference, do not hesitate to contact Carolin Richter, 
Director GCOS crichter@wmo.int
GCOS-SC@eumetsat.int GCOS-SC@eumetsat.int
>via email.
Please feel free to circulate this email to any interested
person.

Looking forward to seeing you in Amsterdam in March 2016.

The Organising Committee
 
Fonte: e-mail enviado pelo Diretor IO/FURG, prof. Dr.
José H. Muelbert  para divulgação. 

Apoio a campanha AVAAZ: PL 063/2015 - Carcinicultura nos Mangues do RN

Divulgação a pedido do oceanógrafo Luiz Eduardo Carvalho Bonilha.



Prezad@s:

Como CIDADÃO BRASILEIRO, venho pedir a todos APOIO na participação e
ampla divulgação da PETIÇÃO AVAAZ para o Veto integral do PL 063/2015,
que permite a carcinicultura em manguezais no Estado do RN (acessem pelo link abaixo).

Este PL foi aprovado por unanimidade na Assembléia Legislativa do RN, e avaliado pelo MPF/RN, OAB/RN, e IBAMA/RN, sendo totalmente
inconstitucional, e está para ser sancionado a qualquer momento pelo
Governador do Estado Robinson Faria.

   O sancionamento deste PL vai ter repercussões nos manguezais de todo o país, por legislar de forma mais permissiva do que o Código
Florestal, abrindo prerrogativas para outras legislações estaduais, em
especial no NE,  além de gerar grande insegurança jurídica para o
próprio setor econômico.

    Participe e assine a petição... *leva pouco mais de 1 minuto... mas as consequências serão para sempre ...*

      Ajudem a salvar o mangue do Brasil  ............Participem e
divulguem amplamente aos amigos e colegas !!!!!!!!!!!!!

    Att.

Luiz Eduardo Carvalho Bonilha
Oceanógrafo

Fonte: e-mail enviado pelo Diretor IO/FURG, prof. Dr. José H. Muelbert  para divulgação.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

08 de junho - Dia Mundial dos Oceanos


O Dia Mundial dos Oceanos, celebrado a cada 8 de junho, é o dia 
reconhecido pelas Nações Unidas para reconhecer a importância dos Oceanos.

Os Oceanos são o coração do nosso planeta, e conectam pessoas em todo o 
Terra, não importa onde vivemos. Os Oceanos regulam o clima, alimentam 
milhões de pessoas a cada ano, produzem oxigênio, são o lar de uma 
incrível variedade de organismos, fornecem-nos com medicamentos 
importantes, e muito mais! A fim de garantir a saúde e a segurança de 
nossas comunidades e gerações futuras, é imperativo assumir a 
responsabilidade de cuidar dos Oceanos como ele cuida de nós.

Este ano, as Nações Unidas escolheu o tema “Oceanos saudáveis, Planeta 
saudável”. As pressões humanas, incluindo a exploração excessiva, 
ilegal, não declarada e não regulamentada da pesca, assim como práticas 
de aquicultura insustentáveis, a poluição marinha, a destruição dos 
habitats, a invasão de espécies exóticas, as alterações climáticas e a 
acidificação dos oceanos estão afetando de maneira significativa os 
oceanos e mares do mundo.

O Instituto de Oceanografia da FURG convida você a refletir sobre a 
importância dos Oceanos e sobre a sua responsabilidade com o meio 
ambiente.  Pratique atividades sustentáveis todos os dias e garanta a 
saúde de nosso Planeta.

Fonte: Mensagem enviada pelo Diretor do IO/FURG, prof. Dr. José E. Muelbert, em 08 de junho de 2015.

Simpósio Iberoamericano de Ecologia Reprodutiva, Recrutamento e Pesca

El III SIBECORP amplía el plazo de inscripción hasta el 30 de agosto de 
2015


http://www.sibecorp3.org/


La Universidad Federal Rural de Pernambuco organiza el III Simposio 
Iberoamericano de Ecología Reproductiva, Reclutamiento y Pesca- 
SIBECORP, que tendrá lugar del 22 al 26 de Noviembre del 2015, en Porto 
de Galinhas, Ipojuca- Pemambuco. Lo interesados en participar podrán 
inscribirse hasta el 30 de agosto.


El evento responde a la preocupación de los investigadores 
latinoamericanos por promover la colaboración entre los continentes, 
debido a la importancia de la pesca como recurso económico vital para 
América Latina, España y Portugal. El objetivo principal es identificar 
y definir líneas de investigación de interés común y promover proyectos 
conjuntos que promuevan la cooperación entre los países en materia de 
investigación pesquera.


Otro gran objetivo del III SIBECORP es centrarse en el estudio de la 
biología reproductiva de las especies explotadas, la fertilidad y los 
factores que afectan a esta variable, así como en los procesos 
posteriores, incluyendo la variabilidad en el crecimiento de fases 
tempranas de vida y del reclutamiento. La tercera edición de SIBECORP 
incorporará estos aspectos en los recursos tropicales tanto marinos como 
de aguas continentales.


Los trabajos podrán ser presentados oralmente o cómo posters en las 
siguientes sesiones temáticas:

1) Estrategias reproductivas de los organismos acuáticos, ecofisiología 
reproductiva;
2) Potencial reproductivo y causas de variación;
3) Procesos de reclutamiento;
4) Utilidad de los estudios sobre la biología reproductiva en la 
evaluación y gestión pesquera.


http://www.sibecorp3.org/

Fonte: Mensagem enviada pelo Diretor do IO/FURG, prof. Dr. José E. Muelbert, em 08/06/2015

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Acordo do clima é difícil, mas contexto é favorável, diz ministro francês

COP 21 reunirá representantes de países na França em dezembro.
Última tentativa de chegar a acordo global sobre o clima fracassou em 2009.

O ministro de Relações Exteriores da França, Laurent Fabius, posa para foto nesta sexta-feira (22) (Foto: AFP Photo/Joel Saget)

  O contexto é favorável à conclusão de um acordo sobre o clima na Conferência de Paris, que será realizada em dezembro - afirmou o ministro das Relações Exteriores da França, Laurent Fabius, embora acredite que alcançá-lo seja uma tarefa difícil.
"Há um tom positivo e uma dificuldade extrema", declarou Fabius em entrevista a agências de notícias, entre elas a AFP.
  "Acredito que se tivermos sucesso", Paris será "o começo de uma nova situação", disse Fabius, que presidirá a Conferência COP 21.
Os representantes de 195 países e da União Europeia se reunirão no final de novembro com o objetivo de chegar a um acordo para limitar a 2ºC o aquecimento global em comparação à era pré-industrial.
  A última tentativa de chegar a um acordo global sobre o clima fracassou em 2009 em Copenhague.
Na avaliação de Fabius, o que ocorreu em 2009 foi resultado da falta de preparação dos temas antes do início da conferência. Além disso, segundo ele, predominou a ideia de que "nos últimos dias os grandes chegam e resolvem as coisas no lugar dos negociadores, e isso não funciona".
  Para evitar isso, a proposta é que "os chefes de estado e de governo venham para o início da conferência, para enviar uma mensagem política positiva".
O chanceler francês considerou que neste momento há "razões objetivas" para esperar um sucesso.
"Lamentavelmente a situação piorou, e por isso a necessidade de se chegar a um acordo político sobre a mudança climática é hoje mais forte do que antes", explicou. "Cientificamente, há muito menos contestação sobre a realidade do fenômeno e sobre sua origem humana".
Paralelamente, "as empresas e os meios econômicos são muito sensíveis" ao tema.

China, uma mudança importante
"O mundo financeiro começa a se mexer pelo clima", ressaltou Fabius, aludindo ao fato de que alguns investidores estão se afastando do carvão em favor de energias mais limpas.
O chanceler francês citou em particular "a agência de classificação Standard and Poor's, que acaba de incluir o risco climático entre seus elementos de qualificação" e o "Bank of America-Merrill Lynch, que decidiu deixar de financiar usinas de carvão tradicionais".
Em outubro passado, na reunião do FMI e do Banco Mundial em Lima, uma sessão especial foi dedicada ao clima. "É uma atitude bastante nova", comentou.
Politicamente, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama e os líderes chineses "se comprometeram na luta contra as alterações climáticas, já que são as duas principais fontes" de gases de efeito estufa no mundo, apontou o ministro.
A posição chinesa é "evidentemente uma mudança importante", estimou Fabius, declarando-se "convencido" de que a realidade de seus esforços sobre o clima" ultrapassará até mesmo seus compromissos".

No entanto, o ministro das Relações Estrangeiras francês disse que é preciso "ser cauteloso, muito cauteloso", já que "chegar a um acordo entre 196 partes é extremamente difícil".
  Entre as questões "complicadas", citou em particular os "problemas de financiamento" na luta contra o aquecimento global.
Em relação aos compromissos de redução de emissões de gases de efeito estufa, apenas 38 países (um terço das emissões globais) tinha até então apresentado suas contribuições.
"Espero, mas não tenho certeza, que no momento da Conferência de Paris nós estejamos em pelo menos 90% das emissões", afirmou.

"No final do ano, teremos, por um lado, os compromissos em termos de números dos países e, por outro, compromissos de grandes empresas, de setores econômicos, de instituições financeiras, o que dará um aspecto muito específico da luta contra o aquecimento global", acrescentou.
Fonte: G1 via France Presse

Entenda o Marco da Biodiversidade sancionado por Dilma nesta quarta, dia 20/05/2015

Nova lei visa facilitar pesquisas e uso comercial de plantas e animais.
Projeto foi apresentado em 2014 e aprovado no Congresso este ano.

Imagem aérea do Rio Juruá, na Amazônia. Marco da Biodiversidade visa facilitar pesquisas e uso comercial de plantas e animais (Foto: Bruno Kelly/Reuters)
  O Marco da Biodiversidade reforça as regras criadas pela Medida Provisória 2.186-16, de 2001, que incorpora os compromissos assumidos pelo governo perante a Convenção da Diversidade Biológica (CDB), tratado internacional das Nações Unidas que regula o tema.
Apresentado pelo Executivo em 2014, o projeto de lei foi aprovado pela primeira vez na Câmara em fevereiro. Encaminhado ao Senado, recebeu 23 emendas que alteraram o texto. Por isso, teve que voltar a ser analisado pelos deputados. O documento foi aprovado em 27 de abril e encaminhado para sanção da presidente Dilma Rousseff..
  O objetivo do projeto de lei da biodiversidade é reduzir a burocracia e estimular a pesquisa e inovação com espécies nativas. No entanto, alguns ambientalistas dizem que o projeto privilegia as empresas e amplia o acesso à biodiversidade sem proteger os povos indígenas e seus conhecimentos tradicionais.
No projeto de lei, patrimônio genético é definido como “informação de origem genética de espécies vegetais, animais, microbianas, ou espécies de outra natureza, incluindo substâncias oriundas do metabolismo destes seres vivos”.

Entre os principais pontos aprovados, estão a retirada de penalidades impostas a empresas que descumpriram regras ligadas à exploração de materiais provenientes de plantas ou animais e a criação de normas de pagamento pelo uso de recursos genéticos naturais por empresas -- tanto para o governo, quanto para povos tradicionais, como os indígenas.
Veja os principais pontos da lei 7.735/2014, sancionada pela Dilma
Acesso ao patrimônio genético
Modifica a forma de solicitar autorização para explorar a biodiversidade. Antes, as empresas tinham que submeter uma documentação ao Conselho de Gestão do Patrimônio Genético (CGen) e aguardar a aprovação para iniciar os trabalhos. Agora, organizações nacionais podem fazer um cadastro simplificado pela internet.
Pagamento pela Exploração
Se um produto foi criado a partir de material existente na biodiversidade brasileira, a empresa terá que repassar de 0,1% a 1% da receita líquida anual obtida com a exploração econômica. O dinheiro será destinado ao Fundo Nacional de Repartição de Benefícios.
Comunidades tradicionais
Segundo o projeto de lei, índios e povos tradicionais, como quilombolas e ribeirinhos, terão direito a participar da tomada de decisões sobre assuntos relacionados à conservação e ao uso sustentável de seus conhecimentos tradicionais. Além disso, a exploração econômica de seus conhecimentos deverá ser feita com consentimento prévio por meio de assinatura por escrito, registro audiovisual, parecer de órgão oficial competente ou adesão na forma prevista em protocolo comunitário.
Em dinheiro ou em Projetos?
Os benefícios obtidos da exploração do conhecimento tradicional podem ser pagos em dinheiro ou em ações “não monetárias”, como investimentos em projetos de conservação, transferência de tecnologias, capacitação de recursos humanos ou uso sustentável da biodiversidade.Segundo ambientalistas, a alternativa "não monetária" pode prejudicar arrecadação de investimentos.
Pequenos estão livres de pagamento
Microempresas, empresas de pequeno porte, microempreendedores individuais e cooperativas agrícolas estão isentos do pagamento pela exploração econômica do patrimônio genético de espécies encontradas no Brasil.
Isenção de infrações
Em relação às multas e condenações que foram aplicadas em razão de biopirataria, seguindo a lei anterior, todas as sanções ficam anistiadas a partir da assinatura da Medida Provisória e cumprimento do termo compromisso com a União.
Repartição de benefícios
Povos indígenas e comunidades tradicionais somente receberão a repartição de benefício quando o seu conhecimento for considerado elemento principal de agregação de valor ao produto.

Fonte: Eduardo Carvalho Do G1, em São Paulo