segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Possível corte no Portal de Periódicos da CAPES

Fonte: Agência Brasileira de Comunicação. Data: 15/12/2015.

O Portal de Periódicos é uma biblioteca virtual da 
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível 
Superior (Capes/MEC) que oferece conteúdo gratuito
a estudantes e pesquisadores de todo o País. Mas 
um possível corte do governo no repasse do 
orçamento do portal pode vir a causar a suspensão
da plataforma online. 

A comunidade científica se posicionou contra a ameaça
ao orçamento do portal. Em carta endereçada ao 
ministro da Educação, Aloizio Mercadante, a Academia 
Brasileira de Ciências (ABC), ao lado da Sociedade 
Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e da 
Academia Nacional de Medicina (ANM), entre outras 
entidades, contestou a possibilidade de o governo 
reduzir custos tirando a verba da plataforma. 

No documento, diversas instituições científicas do
Brasil destacam a importância do Portal de Periódicos.
Em 2014, o site contabilizou em torno de 100 milhões
de acessos.

A carta também foi assinada pela Associação Nacional
de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores
(Anprotec); pelo Conselho Nacional de Secretários para
Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti);
pelo Conselho Nacional das Fundações Estaduais de
Amparo à Pesquisa (Confap); pela Associação Nacional 
dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino 
Superior (Andifes); pela Associação Brasileira dos 
Reitores das Universidades Estaduais e Municipais
(Abruem); pelo Conselho de Reitores das Universidades
Brasileiras (Crub) e pela Associação Brasileira das
Universidades Comunitárias (ABRUC). 
 
Fonte: Mensagem encaminhada por prof. Dr. Murilo Bastos
da Cunha através da Lista de Discussão da Comissão 
Brasileira de Bibliotecas Universitárias - CBBU - em 
19/12/2015.  

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Museu Oceanográfico da Univali



O G1 - Santa Catarina traz hoje uma série de fotos que são destaque no Museu Oceanográfico da Univali, maior museu oceanográfico da América Latina, inaugurado nesta segunda-feira, dia 14/12/2015, em Balneário Piçarras, no Litoral Norte de Santa Catarina. Além de ser o maior museu de oceanografia, é o segundo maior do mundo no gênero, de acordo com a Fundação Universidade do Vale do Itajaí (Univali).

Para ver as fotos clique aqui.

O acervo conta também com a segunda maior coleção de tartarugas marinhas da América Latina e a segunda maior coleção de tubarões e raias do mundo. Em uma área construída de 4 mil m², os visitantes poderão conferir a maior coleção de animais marinhos do Brasil, bem como a maior coleção de conchas da América Latina. O projeto demorou cinco anos para ser montado por inteiro. A estrutura foi construída para ser moderna e intuitiva.

Fauna brasileira

O acervo, segundo a instituição, já é referência no gênero. Cerca de 1.000 m² serão dedicados exclusivamente a exposição oceanográfica. A maior parte do acervo é composta por animais marinhos da fauna brasileira, principalmente do Sul.

"O acervo remonta de janeiro de 1976, quando coletei a primeira peça e comecei uma coleção particular", conta Jules Soto, curador do museu. Em 1987 foi criada a ONG que passou a tutelar e organizar o acervo. "Em 1993 o museu foi ligado à Univali e a partir daí começamos o projeto do grande Museu Oceanográfico. Em outubro de 2008 decidiu-se pelo Campus de Piçarras e o acervo foi gradativamente levado para lá e inventariado. As alas de exposição começaram em 2010", explica Soto, que considera o museu "um presente para Santa Catarina".

Fonte: G1

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

OBIS - Ocean Biogeographic information System


The Ocean Biogeographic information System (OBIS) seeks to absorb, integrate, and assess isolated datasets into a larger, more comprehensive pictures of life in our oceans. The system hopes to stimulate research about our oceans to generate new hypotheses concerning evolutionary processes, species distributions, and roles of organisms in marine systems on a global scale. The abstract maps that OBIS generates are maps that contribute to the ‘big picture’ of our oceans: a comprehensive, collaborative, world-wide view of our oceans.

OBIS provides a portal or gateway to many datasets containing information on where and when marine species have been recorded. The datasets are integrated so you can search them all seamlessly by species name, higher taxonomic level, geographic area, depth, and time; and then map and find environmental data related to the locations. OBIS aims to be:
  • authoritative, professional, and credible
  • concise, easily read and understood, and use minimal jargon 
  • user friendly with a logical consistent design and flow
  • regularly updated. 

Access OBIS here


Fonte: http://www.iobis.org/

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

O oeste do Oceano Atlântico Sul em um mundo de elevada concentração de CO2: capacidades de medição atual e perspectivas

O professor do Instituto de Oceanografia (IO) da FURG, Rodrigo Kerr, teve artigo publicado na revista - Environmental Management. Intitulado The Western South Atlantic Ocean in a High-CO2 World: Current Measurement Capabilities and Perspectives. O artigo foi publicado recentemente  e traz uma importante revisão do resultado do trabalho da Rede de Pesquisa BrOA, e aborda as questões de Acidificação dos Oceanos nos ecossistemas do oeste do oceano Atlântico Sul, apontando fragilidades e pontos onde a pesquisa nesse tema precisa avançar no país, além de estabelecer as metas a longo prazo para a Rede de Pesquisa Brasileira sobre Acidificação dos Oceanos (BrOA).

Os autores que lideram a publicação, Rodrigo Kerr (IO-FURG) e Leticia C. da Cunha (Faoc-Uerj), são os coordenadores BrOA, o projeto faz parte do diretório nacional de grupos de pesquisa do CNPq.  Dentre os autores do artigo destaca-se a participação de professores e alunos dos Programas de Pós-Graduação em Oceanografia Física, Química e Geológica e em Oceanografia Biológica da FURG.

Nesse artigo, os pesquisadores mostraram que a Amazônia Azul carece de observações apropriadas para investigar e determinar os efeitos da acidificação, incluindo ecossistemas costeiros sensíveis, como os recifes de corais, banco de rodolitos (agora duramente afetado pelo acidente com os rejeitos de mineração) e regiões de plataforma continental.

Dentre os efeitos prováveis da acidificação, os autores indicaram mudanças no metabolismo de organismos sensíveis (como corais e algas calcárias) e no funcionamento do ecossistema como fonte ou sumidouro de CO2. Os efeitos da acidificação também podem trazer consequências negativas para o Brasil e os países vizinhos no litoral do Oceano Atlântico, afetando a pesca e o turismo, por exemplo.

Os autores apresentaram um panorama da pesquisa sobre acidificação, que vem sendo desenvolvida no Brasil, os avanços e as atuais deficiências na infra-instrutora para estudar este assunto. Para concluir, há uma lista extensa sobre as ações a serem tomadas para progredir no estudo da acidificação e possibilitar o melhor gerenciamento dos ecossistemas dessa região do Atlântico ainda pouco conhecida.

Link para o artigo: http://link.springer.com/article/10.1007%2Fs00267-015-0630-x

Fonte: IO/FURG - http://www.io.furg.br/index.php/noticias/41-top-headlines/691-2015-12-08-16-25-51.html 

OceanDocs - Repository of Ocean Publications




Pesquisa e publicações em Ciências Marinhas, em formato digital, incluindo preprints, artigos publicados, relatórios técnicos, documentos de trabalho e muito mais.

OceanDocs é apoiado pela Comissão Oceanográfica Intergovernamental (Intergovernmental Oceanographic Commission - COI) para coletar, preservar e facilitar a descoberta e acesso aos resultados da investigação de membros da comunidade de observação e pesquisa oceânica e especificamente das suas Redes de Informação e Dados Oceanográficos (Ocean Data and Information Networks - ODINS).

Ele é um de uma série de repositórios digitais complementares de temática marítima e aquática incluindo o Aquatic Commons, que é apoiado pela Associação Internacional de
Bibliotecas e Centros de Informação em Ciências Marinhas e Aquáticas (International Association of Aquatic and Marine Science Libraries and Information Centers - IAMSLIC).

Aceda ao conteúdo aqui

Fonte: http://www.oceandocs.org/
 

QUER FAZER PARTE DA EQUIPE CORAL VIVO?

O Coral Vivo está com vaga temporária aberta para Biólogo Marinho (ou áreas afins) para atuação na Costa do Descobrimento, BA, com inscrições até o dia 15 de dezembro e início do trabalho em 04 de janeiro de 2016.  
 
Buscamos uma pessoa com experiência prática nos seguintes temas:

1) mergulho autônomo e em apneia para reconhecimento de feições do bentos

2) manutenção de organismos vivos ex-situ (como em tanques e aquários)

3) medição de parâmetros ambientais bióticos e abióticos em laboratório e no campo
 
Esclarecemos que o candidato deve ter alguma familiaridade com os temas acima, porém pode ser treinado para reconhecimento dos principais grupos taxonômicos de nosso interesse e para uso de equipamentos e protocolos específicos.
 
Condições da contratação:
Requisitos mínimos: graduação em ciências biológicas ou área afim; certificado de mergulho autônomo e experiência de mergulho autônomo; carteira de motorista há pelo menos 2 anos; moradia em Arraial d’Ajuda, Porto Seguro, BA, a partir de 04 de janeiro de 2016.
 
Duração do contrato: 6 (seis) meses
 
Regime de trabalho: CLT, 40 horas semanais
 
Salário bruto: R$ 2.000,00
 
Benefícios: almoço nos dias de trabalho; alojamento durante o verão, com ar refrigerado

Conhecem alguém com este perfil? Trabalhando com excelente infraestrutura logística e por uma boa causa? Que queira trabalhar muito, mas morando a menos de 5 minutos do trabalho, com cenários espetaculares ao alcance de uma caminhada e com um custo de vida muitas vezes menor que em capitais?
 
Por favor encaminhe esta mensagem para as pessoas com este perfil que achar que possam estar interessadas - ou candidate-se pessoalmente.
 
Para se candidatar é só enviar uma mensagem com seu currículo para selecao@coralvivo.org.br. Virá uma resposta automática que garante que sua mensagem foi recebida.
 
O Projeto Coral Vivo nasceu no ‪#‎MuseuNacionalUFRJ‬, é realizado por oito universidades e institutos de pesquisa públicos e conta com ‪#‎patrocínioPetrobras‬ por meio do Programa Petrobras Socioambiental.
 

 

Fonte: página do facebook da "Coral Vivo" acessível em https://www.facebook.com/Coralvivo