quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Internet Archive: a Biblioteca de Alexandria do século XXI










Algumas das unidades petabox que armazenam informações do Internet Archive
Internet Archive  (acesso em https://archive.org/ ) é a maior biblioteca em volume de todos os tempos da informação.
- Detém o equivalente a 10.000 milhões de livros em bytes.
- Contém a história da rede desde a sua criação.
Internet Archive em números
- 10 petabytes. quantidade de informações armazenadas no Internet Archive . Um petabyte equivale a um milhão de gigabytes ou 10 bytes elevado à 15ª potência.
- 10 milhões de livros impressos -400 vezes mais do que os armazenados na Biblioteca Nacional da Espanha, seriam necessários para conter a mesma informação.
- 240 milhões de páginas da web. A Wayback Machine (acesso em http://archive.org/web/web.php ) do  Internet Archive tem monitorado e salvo todos estes sites.
- 900 mil arquivos de áudio. O IA também digitaliza, e oferece gratuitamente, música, notícias de televisão, filmes e livros eletrônicos.
Leia matéria completa no site (acesso em http://www.20minutos.es/noticia/1927160/0/internet-archive/historia/red/ ) da revista 20 minutos ou faça o download em versão PDF da edição mensal.
Fonte: Pesquisa Mundi acesso em http://www.pesquisamundi.org/2013/09/internet-archive-biblioteca-de.html



terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Blog do GOAL (Grupo de Oceanografia de Altas Latitudes)

O Prof. Rodrigo Kerr informa que o blog do GOAL (Grupo de Oceanografia de Altas Latitudes) voltou a ativa para aqueles que desejarem acompanhar as atividades desenvolvidas pelo grupo nos mares da região Antártica. Segue abaixo o link do primeiro post...
http://prooasis.blogspot.com.br/2014/02/goal-retorna-antartica-para-finalizacao.html

A British Library libera mais de um milhão de imagens na internet

A página de download da Biblioteca Britânica.







Um casal de mulheres da África colonizada junto à imagem de um pai e seu filho em um protetorado palestino, a imagem de um templo em Birmânia, de um antigo castelo escocês, de um escudo de armas de linhagem desconhecida... Mais de um milhão de rostos e cenários registrados ao longo dos séculos 17, 18 e 19 integram o imenso catálogo gráfico que a Biblioteca Britânica acaba de publicar na internet de forma gratuita através do portal Flickr (acesso em http://www.flickr.com/photos/britishlibrary), para todos aqueles usuários que desejem descarregar e inclusive manipular as fotos como quiserem.

O projeto foi possível depois que os direitos de autor desse prodigioso material expirou e a Microsoft ofereceu-se para digitalizar esse milhão de mapas, ilustrações, sátiras cômicas, letras decorativas, paisagens e pinturas procedentes de livros e telas, sem cobrar um centavo por isso. As imagens não estão catalogadas – singelamente, aparecem na página uma atrás da outra – e os promotores de seu acesso público têm por objetivo solicitar a colaboração de estudiosos ou meros curiosos para tentar agrupar as coleções e determinar a origem de muitas delas.
A British Library (http://www.bl.uk/) – uma das bibliotecas de maior prestígio no mundo, com sede em Londres – lançará a princípios de ano um aplicativo para que todo mundo possa contribuir com suas ideias ou achados sobre um legado histórico que permaneceu trancado durante séculos atrás dos muros da instituição e que, em muitos casos, nunca viram a luz. De fato, a origem e a história de algumas das imagens continua sendo um mistério para a biblioteca que foi sua histórica depositária. 
A coleção é tão diversa quanto variada (de interesse histórico, político, científico, junto a cenas naturais ou trabalhos de ficção) e, desde que na sexta-feira passada aparecesse pela primeira vez online, já recebeu mais de 6 milhões de visitas. “Recolhemos tantas imagens que realmente não sabemos ao certo ainda todas as pérolas que contém (o catálogo)”, admitem os responsáveis por este projeto digital que busca “estimular e apoiar” a investigação das ilustrações, mapas e outros achados para descobrir entre um milhão de possibilidades.
Fonte : Pesquisa Mundi em http://www.pesquisamundi.org/2013/12/a-british-library-libera-mais-de-um.html  

Imenso herbário virtual leva flora brasileira para a internet

Acervo on-line é composto de 420 mil fotografias de plantas nacionais. Pesquisadores de todo o mundo podem editar banco de dados.
Imenso herbário virtual leva flora brasileira para a internet (Foto: Reprodução/Reflora)
O herbário, disponível gratuitamente na internet, é composto por 420 mil fotografias de plantas prensadas e desidratadas, muitas delas colhidas por naturalistas europeus nos séculos XVIII e XIX.




Acesse em : http://www.reflora.jbrj.gov.br/jabot/PrincipalUC/PrincipalUC.do;jsessionid=A0DD7EC975E98E6AC55011EC81D5A40B 

A coordenadora do projeto, Rafaela Campostrini Forzza, explicou à EFE que a pesquisa no herbário virtual pode contribuir para conhecer melhor a flora brasileira, fomentar sua conservação e solucionar dúvidas sobre a distribuição geográfica de cada espécie vegetal, pontos que ainda se sabe pouco por causa da falta de dados.
“Acreditamos que, ao ampliar a quantidade de dados disponíveis, vamos poder responder [à incógnita] de que espécies estão extintas e também quais estão perto da extinção, o que pode nos ajudar a tirá-las desta lista. É o que esperamos”, afirma Forzza.
A “grande inovação” do herbário virtual, segundo Rafaela, está em permitir aos pesquisadores de todo o mundo acessar o banco de dados e editar on-line qualquer dado que julgarem estar errado ou incompleto, sem supervisão de moderadores, no mesmo formato das páginas colaborativas, como a Wikipédia.
Leia mais em  http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2013/09/imenso-herbario-virtual-leva-flora-brasileira-para-a-internet.html

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Biólogo registra tubarão-baleia de boca aberta próximo a mergulhador

Apesar da imagem, animal marinho é inofensivo ao ser humano.
Foto foi tirada durante mergulho na Isla Mujeres, em Cancún, México.O biólogo marinho neozelandês Simon Pierce registrou fotos da aproximação de um tubarão-baleia a um grupo de mergulhadores na Isla Mujeres, perto de Cancún, no México.

Na imagem abaixo, o tubarão-baleia parece querer engolir um dos mergulhadores. Mas o efeito é apenas visual, porque aparentemente o homem estaria atrás do animal, uma vez que o mergulhador aparece mais "embaçado" (com mais água entre ele e o fotógrafo) que o peixe cartilaginoso, que estaria mais próximo e é visto com maior nitidez.

Segundo Pierce, naquele dia, havia cerca de 100 tubarões-baleia nadando na área. Ele explica que tirou a foto com uma lente grande angular porque queria registrar a boca escancarada do animal.

Em seu blog, o biólogo dá uma dica importante para quem quer captar uma cena como essa: "Quanto mais perto você ficar do tubarão-baleia, melhor, porque a imagem vai ficar mais nítida com menos água separando vocês. Dá para ficar a 50 centímetros do tubarão-baleia e ainda conseguir pegar ele inteiro".

A espécie pode medir entre 2 e 17 metros e se alimenta principalmente de zooplâncton (organismos que vivem dispersos na coluna d'água), mas também fazem parte de sua dieta ovos e larvas de peixes, invertebrados e lulas.

Fonte: G1 http://g1.globo.com/

Pesquisadores do Instituto de Oceanografia aprovam projeto internacional com a Universidad de la Republica – UDELAR, Uruguai

O projeto “Implementação e aperfeiçoamento de monitoramentos planctônicos costeiros na América do Sul meridional” foi aprovado no âmbito do Edital 050/2013 - Programa CAPES/UDELAR – Projetos Conjuntos de Pesquisa.
Este estudo conjunto tem por objetivo geral implementar uma base conceitual e metodológica comum entre a FURG e a UdelaR para dar suporte a programas de monitoramento de plâncton costeiro na América do Sul meridional. Este objetivo será atingido através de um intercâmbio de alunos, pesquisadores e professores, entre as duas universidades e a realização de pesquisas conjuntas. Além de formar pessoal qualificado, o projeto irá promover a padronização de métodos de coleta e análise de organismos planctônicos. O plâncton é formado por pequenos organismos que são levados pelas correntes, mas que devido à sua grande abundância e atividade representam a base das cadeias alimentares dos ambientes aquáticos e tem forte influência na pescaria mundial e no controle climático de nosso planeta.
Na FURG o projeto contará com a participação de alunos do Programa de Pós-Graduação em Oceanografia Biológica e participantes do Programa Ecológico de Longa Duração (PELD), sítio 08 – Estuário da Lagoa dos Patos e região costeira adjacente e será coordenado pelo Bolsista Pos-Doc, Dr. Haig They Ng e pelo Prof. Paulo Cesar Abreu, ambos do Instituto de Oceanografia. No Uruguai estarão envolvidos alunos e professores do grupo de Ecologia Funcional de Sistemas Aquáticos do Centro Universitario de La Región Este (CURE) da UDELAR, coordenado pela Profa. Cecília Alonso.
Fonte: Secretaria do IO/FURG

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Biblioteca Britânica começa a arquivar páginas da internet

A Biblioteca Britânica começa um ambicioso projeto para criar um arquivo no qual será guardada uma cópia de todas as páginas on-line publicadas no Reino Unido, para que possam ser consultadas pelas gerações futuras.
Começarão a ser armazenadas cópias de 4,8 milhões de páginas, segundo o centro público, entre páginas institucionais, blogs, domínios locais e inclusive fóruns, para mostrar uma visão da sociedade atual a futuros pesquisadores.
”Admito que é um projeto realmente ambicioso. Não vamos discriminar entre as páginas, incluiremos todas as que atualmente estiverem no Reino Unido”, explicou à Agência Efe Richard Gibby, porta-voz da instituição.
Com o prestigiado centro londrino colaborarão as bibliotecas nacionais da Escócia e País de Gales, as das universidades de Cambridge e de Oxford e o Trinity Collegue de Dublin.
Para antecipar esta ideia, seis equipes –uma de cada centro– que desenvolverão o programa iniciarão um complexo sistema de informática desde o último fim de semana, quando entrou em vigor um novo marco legal que lhes permite obter uma cópia das páginas sem precisar do consentimento dos proprietários.
 ”Até agora era necessário pedir permissão ao proprietário e, no caso de conteúdo de terceiros, precisava contar ainda com a autorização deste, tudo era muito complicado e demorava muito”, comentou Gibby.
O tempo é algo que obceca a Biblioteca Britânica, que procura incorporar toda a informação possível de cada site a seu catálogo antes que expire o tempo médio de vida de uma página –75 dias–, uma contagem regressiva contra a qual um amplo elenco lutará.
“Pode se dizer que toda a instituição está envolvida no projeto, já que, além de uma equipe específica, contamos com o apoio do serviço de operações técnicas e de manutenção”, afirmou Gibby.
Agora não será pedida permissão, mas os donos serão informados; apesar de a Biblioteca Britânica pretender se dirigir a eles por escrito de forma individual, o volume de domínios faz com que provavelmente recebam simplesmente a mensagem automática do programa que obterá as cópias.
O porta-voz do centro reconhece que esse sistema pode gerar controvérsia, por isso que esclareceu que só serão registrados conteúdos que tenham sido expostos em páginas públicas e com o consentimento expresso de seu autor.
“Não tem nada a ver com a informação que podemos compartilhar em redes sociais, onde publicamos dados pessoais dentro de um grupo muito concreto de privacidade”, disse.
Com agências de notícias