Maiores informações no site http://www.cure.edu.uy/?q=jibe/
Biblioteca especializada em Oceanografia da Universidade Federal do Rio Grande - FURG
terça-feira, 13 de setembro de 2016
International Course on Ocean Governance, Ocean Sciences and Geoethics
Ministrado no CEM
(UFPR, Pontal do Paraná) de 21/11 a 9/12. O curso vai ter
as três partes abaixo indicadas. Os detalhes e a parte de
inscrições estão na página www.ioilactc.jimdo.com
-
Ciências do Mar (Coordenação: Prof. Dr. Eduardo Marone) TL & SL - Prof. Dr. Alberto Piola - Prof. Dr. Osmar O. Möller
-
Governança Oceano (Coordenação Prof. Dr. Alejandro Gutiérrez Echeverría) TL & SL - Prof. Dr. Carlos R. Hernández-Salas - Prof. Dra. Carmen Artigas & Prof. Dra. Frida Armas-Pfirter
-
Geoethics (Coordenação: Prof. Dr. Eduardo Marone) TL & SL - Prof. Dr. Eduardo MaroneFonte: Secretaria IO/Furg
Curso sobre Zooplâncton em Barcelona
Maiores informações em http://barcelona-ocean.com/training/course/marine-zooplankton-ecophysiology
Fonte: Secretaria IO/Furg
Fonte: Secretaria IO/Furg
terça-feira, 6 de setembro de 2016
Pesquisadores encontram raro filhote branco de baleia franca
Animal foi filmado por drone na costa da Austrália.
Cerca de 5% dos indivíduos dessa espécie nascem brancos, mas depois ficam pretos em seu primeiro ano de vida.
Os pesquisadores usam os drones para monitorar as populações dessa espécie, que é ameaçada.
Animal foi avistado com a ajuda de um drone (Foto: BBC)
Para assistir ao vídeo acesse G1 Natureza
Fonte: G1 via BBC em 05/09/2016
Filhote tem cor branca, mas não é considerado albino (Foto: BBC)
Pesquisadores registraram imagens de um filhote de baleia considerado extremamente raro na costa oeste da Austrália.
Ele tem cor branca, mas não é um animal albino.Cerca de 5% dos indivíduos dessa espécie nascem brancos, mas depois ficam pretos em seu primeiro ano de vida.
Os pesquisadores usam os drones para monitorar as populações dessa espécie, que é ameaçada.
Animal foi avistado com a ajuda de um drone (Foto: BBC)
Para assistir ao vídeo acesse G1 Natureza
Fonte: G1 via BBC em 05/09/2016
Acesso livre ao livro Política Nacional de Resíduos sólidos e suas Interfaces com o Espaço Geográfico
É
com imensa satisfação que nós, Aurélio Bandeira
Amaro e Roberto Verdum, anunciamos a publicação
do livro "Política Nacional de Resíduos Sólidos
e suas interfaces com o Espaço Geográfico: Entre
conquistas e desafios".
Publicado
em formato e-book pelo Programa de Pós-Graduação
em Geografia da Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, a obra foi escrita por 40 autores
distribuídos em 24 capítulos.
Neste
livro, buscou-se uma abordagem crítica,
construtiva e multidisciplinar sobre as
conquistas e os desafios que a Política Nacional
de Resíduos Sólidos representa e que ela poderá
projetar para as políticas públicas e aos
investimentos privados no Brasil.
Espera-se
que esta publicação sirva como ferramenta de
auxílio, tanto para pesquisadores quanto para
trabalhadores diretamente envolvidos com os
serviços de gestão e gerenciamento de resíduos
sólidos de todo o Brasil e, quiçá, do exterior.
Espera-se,
também, que este livro exorte debates e novas
pesquisas sobre essa importante temática, que é
complexa, de interesse amplo à população e
profissionalmente inserida numa perspectiva
multidisciplinar.
Para
conhecer a obra acesse:
http://www.lume.ufrgs.br/
Fonte: Mensagem enviada pelo prof. Dr. Carlos Tagliani - autor de um capítulo da obra - em 06/09/2016.
Documentário mostra raras espécies do fundo da Baía de Guanabara
Espécies em extinção podem ser vistas nas imagens de Ricardo Gomes.
Imagens fazem parte de documentário que será distribuído pela ONU.
O mergulhador e documentarista Ricardo Gomes filmou durante um ano e meio as espécies que sobrevivem no fundo da Baía da Guanabara. O resultado da pesquisa surpreendeu a todos pela beleza e raridade das espécies encontradas, como mostrou o Bom Dia Brasil.
Entre as mais de 60 espécies que podem ser vistas nas imagens estão tartarugas-verde, arraias-borboleta, polvos e peixes paru, em mais de 100 horas de gravação.
“O carioca tem uma relação com a praia que termina na areia. Eu estou tentando trazer essa relação para dentro do mar. O primeiro passo para mudar essa relação é mostrar quem habita aqui”, destacou Ricardo Gomes.
As imagens capturadas farão parte de um documentário que será distribuído pelas Nações Unidas (ONU) para mais de 160 países, com o alerta sobre a importância de preservar as baías e rios urbanos.
“Esse problema que há na Baía de Guanabara é um problema que existe no mundo”, disse Layla Saad, do Centro Mundial de Desenvolvimento Sustentável.
Para Gomes, o resultado da pesquisa é uma forma de alerta.
“A biodiversidade está presente, mas talvez não resista até o futuro. A hora de fazer alguma coisa é agora”, Conclui Ricardo Gomes.
Para assistir ao documentário clique em G1
Fonte: G1 Rio em 06/09/2016
Imagens fazem parte de documentário que será distribuído pela ONU.
O mergulhador e documentarista Ricardo Gomes filmou durante um ano e meio as espécies que sobrevivem no fundo da Baía da Guanabara. O resultado da pesquisa surpreendeu a todos pela beleza e raridade das espécies encontradas, como mostrou o Bom Dia Brasil.
Entre as mais de 60 espécies que podem ser vistas nas imagens estão tartarugas-verde, arraias-borboleta, polvos e peixes paru, em mais de 100 horas de gravação.
“O carioca tem uma relação com a praia que termina na areia. Eu estou tentando trazer essa relação para dentro do mar. O primeiro passo para mudar essa relação é mostrar quem habita aqui”, destacou Ricardo Gomes.
As imagens capturadas farão parte de um documentário que será distribuído pelas Nações Unidas (ONU) para mais de 160 países, com o alerta sobre a importância de preservar as baías e rios urbanos.
“Esse problema que há na Baía de Guanabara é um problema que existe no mundo”, disse Layla Saad, do Centro Mundial de Desenvolvimento Sustentável.
Para Gomes, o resultado da pesquisa é uma forma de alerta.
“A biodiversidade está presente, mas talvez não resista até o futuro. A hora de fazer alguma coisa é agora”, Conclui Ricardo Gomes.
Para assistir ao documentário clique em G1
Fonte: G1 Rio em 06/09/2016
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
Espécies marinhas são declaradas patrimônio natural pelo governo do PI
Lei sancionada pelo governador foi publicada no Diário Oficial na quarta (31).
Bióloga destaca que a medida agrega valor ao turismo no litoral do Piauí.
Tartarugas marinhas é uma das espécies declaradas patrimônio natural do PI (Foto: Gustavo Pereira)O governador Wellington Dias (PT) sancionou na terça-feira (29) uma lei que institui o Dia Estadual de Conservação da Biodiversidade Marinha e Costeira no Piauí. No documento, também foram declarados como patrimônio natural do estado as espécies peixe-boi, tartaruga-marinha e o cavalo-marinho.
Conforme a lei publicada no Diário Oficial do Estado na quarta-feira (31), o dia estadual será comemorado anualmente em 28 de agosto. O governo justifica a medida destacando a importância de promover ações e atividades que divulguem o potencial socioeconômico e ambiental do estado resultantes da proteção do ambiente natural, da história das comunidades e de suas relações com a biodiversidade marinha.
Mamífero aquático é uma espécie considerada em extinção no Brasil pelo Ibama (Foto: Chico Rasta)
De acordo com o documento, o governo terá que promover agendas ambientais comuns que integrem poder público, centros de pesquisas, organizações não governamentais e outras representações da sociedade civil. O Executivo estadual também destaca a necessidade de coibir práticas que causem danos às espécies contempladas na nova lei.
O governo promete divulgar por meio de ações promocionais de turismo o status de patrimônio natural conferido aos animais. O Dia Estadual de Conservação da Biodiversidade Marinha e Costeira passará a constar no calendário oficial de eventos do estado. A proposta sancionada pelo governador Wellington Dias foi de autoria do deputado estadual Antônio Félix (PSD).
Segundo Werlanne Magalhães, bióloga e vice-presidente do Projeto Biodiversidade Marinha do Delta (Biomade), a sanção da nova lei é um reconhecimento das espécies e também contribui para o engrandecimento do setor do turismo na região. Ele destaca que zelar o meio ambiente significa cuidar da qualidade de vida tanto dos animais como das pessoas.
"Nós ficamos muito felizes com a sanção da lei. Participamos das discussões juntamente com o ICMBio para que essa reivindicação fosse atendida. O reconhecimento desses animais, que estão em extinção, valoriza o turismo e traz visibilidade para a nossa região. O setor de turismo e a comunidade ganham com essa lei", falou.
A bióloga destacou ainda que a tartaruga marinha já havia sido contemplada com uma data alusiva à espécie em duas cidades do litoral piauiense.
Fonte: G1 Natureza em 01/09/2016
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