quinta-feira, 11 de maio de 2017

VII Semana Acadêmica de Oceanologia - VII SAO

Temática:  "Exploração, resiliência e sustentabilidade : uma nova época geológica?"

O evento pretende discutir casos em escalas locais e nacionais com o intuito de nos aproximar à temática em questão e promover reflexões sobre os diferentes pontos de vista acerca do início de uma nova época geológica.
Dentre as abordagens destaca-se: a importância da Oceanografia na responsabilidade socioambiental e no desenvolvimento crítico do país; a relação das instituições de fomento, pesquisa e ensino com as práticas de educação ambiental, extensão e divulgação científica; demandas, estratégias e consequências do sistema de exploração dos recursos vivos e não-vivos e a caminhada da Oceanografia no contexto de instituição e município.

O evento será realizado entre 05 e 09 de junho de 2017, sediado no Campus Carreiros da FURG (Rio Grande - RS) no Auditório João Rocha, localizado na Base Oceanográfica (IO-FURG).

Inscrições podem ser realizadas através do sistema de inscrições da FURG em: 
https://sinsc.furg.br/detalheseventos/551

Para o esclarecimento de dúvidas é possível contato com a comissão organizadora através do e-mail: 
comissaogeral.sao@gmail.com

Mais informações podem ser obtidas em:
 
Fonte: Secretaria do IO/FURG

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Zonas Mortas no mar: descubra o que é, e onde ficam

Zonas Mortas no mar

Este é mais um dos sérios problemas que os oceanos enfrentam: as zonas mortas no mar são áreas sem oxigênio suficiente para que haja vida. Elas estão aumentando. De acordo com artigo publicado na Science, em junho de 2008, elas afetam uma área de 245 mil quilômetros quadros.  O autor do artigo é o mesmo entrevistado deste vídeo super resumido: Robert Diaz, professor do Instituto de Ciências Marinhas, Virginia, USA. Ele explica que estas áreas estão espalhadas tanto em mar aberto como em regiões costeiras.

Causas das Zonas Mortas: esgotos, fertilizantes e agortóxicos

As causas são muitas: a mais comum é o despejo de esgotos não tratados, junto com fertilizantes usados na agricultura. Ambos  provocam um aumento rápido de certos tipos de algas. Quando elas chegam ao leito marinho as bactérias que as decompõe consomem todo o oxigênio existente neste processo, de tal forma que outras formas de vida não conseguem sobreviver no espaço.

Qual o tamanho das zonas mortas no mar?

De um, até centenas, de quilômetros quadrados. A maior zona morta, diz o professor, fica no Mar Báltico.
Mar Báltico (fonte: guiageo-europa.com)
Diaz explica que os motivos que levaram a esta Zona Morta são acões na zona costeira do Báltico, aliado a pouca circulação da água deste mar ‘quase fechado’. Outras enormes Zonas Mortas ficam no Golfo do México, em razão da agricultura no vale do Mississipi; e na foz do rio Yang Tsé, na China.


 Youg Tsé, China (foto:portaldotrono.com), poluído pelo despejo de 33 bilhões de toneladas de ‘águas residuais’.

Índico e Pacífico também têm Zonas Mortas

Robert Diaz conta que o Índico e o Pacífico também têm imensas Zonas Mortas mas, nestes casos, produzidas por processos naturais. O professor prossegue explicando que as mudanças climáticas, e consequênte aquecimento global, contribuem para que elas aumentem, e proliferem, ainda mais.
Depois de explicar sobre as zonas mortas em águas profundas, Diaz diz que “
há três coisas que podemos fazer para minimizar o problema: a primeira é melhorar a eficiência de nosso sistema de agricultura desenvolvendo plantas que não necessitem a quantidade de fertilizantes que usamos hoje. A segunda seria ‘poupar’ (com menos agricultura) as áreas costeiras. E a terceira, mudar nossos hábitos alimentares substituindo carne por vegetais, já que grande parte dos fertilizantes é usado para produzir comida para animais.
Para encerrar o Mar Sem Fim lembra que, no Brasil, apenas 40% de todo o esgoto produzido recebe algum tipo de tratamento, normalmente o primário, que não resolve totalmente a questão. Para piorar, o Brasil é campeão mundial no uso de agrotóxicos. Sim, temos zonas mortas na costa brasileira. Voltarei ao tema em breve.
Assista a entrevista em https://youtu.be/OJEWP0MlI5c 





quinta-feira, 4 de maio de 2017

Edital emergencial Programa de Pós-Graduação em Aquicultura

Edital emergencial para suprir uma vaga no Doutorado.
Verificar em http://www.aquicultura.furg.br/images/selecao/Microsoft_Word_-_EDITAL_5_2017_DOUTORADO_emergencial-2.pdf

Fonte: Secretaria do IO/FURG

IOUSP - divulgação de concurso público para docente



Edital referente a concurso público  para contratação de  docente, professor doutor, por prazo indeterminado, no Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa (RDIDP), junto ao Departamento de Oceanografia Biológica (DOB) do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo e também publicado no dia 03/05/2017  na página do Diário Oficial do Estado de São Paulo.
Todos os procedimentos referentes a esse concurso serão feitos de forma eletrônica, através de acesso ao endereço eletrônico: https://uspdigital.usp.br/gr/admissao

Fonte: Secretaria do IO/FURG

5th esa advanced training on ocean remote sensing and synergy

Divulgação de: Summer School que irá decorrer na Universidade do Porto (Portugal), em "Ocean Remote Sensing" organizada pela ESA. Maiores informações acessar
http://oceantrainingcourse2017.esa.int/

Fonte: Secretaria do IO/FURG

terça-feira, 2 de maio de 2017

Workshop de Desafios Tecnológicos em Computação e Automacão para o Ecossistema Costeiro e Oceânico

 
 
 
 
 
 
 
 O C3-FURG conjuntamente com o IO-USP e POLI-USP, parceiros no INCT-Mar
COI, estão organizando a segunda edição do WTSUB - Workshop de Desafios
Tecnológicos em Computação e Automacão para o Ecossistema Costeiro e
Oceânico (http://emicro.c3.furg.br/workshop) que acontecerá no dia 03/05
durante todo dia no CIDEC-FURG, Rio Grande (RS). O evento é um forum
nacional de discussão a respeito do uso de computação e automação para
as ciencias do mar. As inscrições serao gratuitas feitas por do link no
site do evento.
 Inscrições em https://sinsc.furg.br/detalheseventos/546
 

Fonte: IO/FURG

SER2017: Conectando a Ciência e a Prática para um Mundo Melhor

 
A Sociedade de Restauração Ecológica (SER) realizará sua sétima conferência bienal mundial em Foz do Iguaçu, Paraná, Brasil, de 27 agosto a 1 setembro de 2017, em parceria com a Sociedade Brasileira de Restauração Ecológica (SOBRE) e a Sociedade Ibero-Americana e do Caribe para Restauração Ecológica (SIACRE). A conferência deve atrair mais de 1.500 participantes de todo o mundo, incorporando a grande diversidade profissional e cultural das três sociedades e representando todas as partes interessadas no tema restauração - desde pesquisadores, profissionais, tomadores de decisão, formuladores de política e até artistas, educadores, estudantes e líderes comunitários. São esperados participantes de todos os setores - agências governamentais, organizações intergovernamentais, ONGs e o setor privado - uma ampla gama de experiências profissionais nas ciências naturais e sociais, arquitetura paisagística, engenharia ambiental, planejamento urbano e regional e políticas públicas, entre outras.
O tema geral da SER2017 é Conectando a Ciência e a Prática para um Mundo Melhor. Fazer a ponte entre estes dois modos de engajamento no processo de restauração – ou seja, entre a perspectiva do ecólogo e a experiência dos praticantes – é o desafio permanente para o trabalho de restauração de ecossistemas degradados. A necessidade de promover a comunicação eficaz de mão dupla é mais importante do que nunca, pois o mundo cada vez mais incorpora a demanda de restauração e começa a realizar projetos de âmbito cada vez maior. A SER2017 visa fornecer uma plataforma dinâmica e envolvente para o compartilhamento de conhecimento não apenas entre os cientistas e profissionais, mas também com outras partes interessadas que fazem parte desta equação, e ainda fortalecer a integração entre as três sociedades para ampliar a discussão através das escalas- nacional, regional e internacional.

Maiores informações em http://ser2017.org/ 

Fonte: Secretaria IO/FURG