quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Capas dos livros novos incorporados ao acervo da biblioteca em 13 de novembro de 2013





O Futuro das bibliotecas pós-Google Books

 








 The future of libraries after Google Books
Resumo: Pouquíssimas instituições sobreviveram por tanto tempo e se desenvolveram sob formas tão variadas quanto a Biblioteca, que se adaptou e evoluiu diante de sociedades com estruturas e escalas de valores tão distintas quanto as que existiram no período da Antiguidade, da Idade Média, do mundo Moderno e até mesmo as que existem na contemporaneidade. Este trabalho parte de uma pesquisa bibliográfica, com o objetivo de evidenciar qual seria o futuro das bibliotecas convencionais diante do novo conceito de biblioteca iniciado com o Google Books. Investiga-se neste trabalho a polêmica a respeito da possibilidade desse novo serviço da gigante empresa de informática Google ameaçar a existência das bibliotecas tradicionais de pesquisas. Serão apresentados aspectos positivos e negativos deste projeto ambicioso que supostamente seria responsável por organizar e disseminar toda a informação e o conhecimento produzido pelo homem no decorrer do seu desenvolvimento. Argumenta-se também sobre os principais entraves que estão ao redor deste que é considerado atualmente como o maior projeto de digitalização de livros, como as barreiras impostas pelas legislações que amparam os direitos autorais.
Leia o texto integral em  http://www.datagramazero.org.br/dez12/Art_03.htm
Fonte: Pesquisa Mundi 

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Seminário Antártica 2048

Acompanhe a transmissão ao vivo do Seminário Antártica 2048: mudanças climáticas e equilíbrio global, que ocorrerá dia  09/11/2013 às 8h30  acessando
http://www.webdimensions.com.br/ANTARTICA/

Convite para Palestra "Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas e Hidroviárias (INPOH)"

O Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas e Hidroviárias (INPOH) foi recentemente criado em regime de organização social (OS) e vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O INPOH está se organizando internamente, com a definição dos membros do Conselho de Administração e do Conselho Científico e criação dos Centros Regionais.

   Convido a todos para assistirem a palestra do atual Diretor do INPOH, Dr. Segen Estefen (COPPE/UFRJ), que virá visitar a FURG, em companhia de Janice Trotte (Coordenadora de Mar e Antártica do MCTI) nesta segunda-feira, dia 11/11/2013.
PALESTRA:
"Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas e Hidroviárias (INPOH)"
Palestrante: Dr. Segen Estefen (COPPE/UFRJ)
Data: 11/11/2013 (segunda-feira)
Horário: 16h:30m
Local: Sala Lagoas - CIDEC-SUL
Fonte: Prof. Dr. Carlos Alberto Eiras Garcia / Diretor IO/FURG

Aplicações para ebooks

Software da Adobe para leitura de ebooks.
adobe.com
Aplicação para Android que permite a leitura de ebooks em formato ePub não protegido.



Software de leitura de ebooks em formato ePub não protegido.




Plataforma social de leitura que permite a leitura de  livros em formato ePub sem protecção.



Plataforma on-line para leitura de ebooks em formato ePub.


Software de leitura e catalogação de ebooks que permite simultaneamente a conversão em formato ePub de livros em diferentes tipos de ficheiros.




o EPUB Reader é um add-on para o navegador Firefox que permite ler ebooks em formato ePub no próprio browser, sem ser necessário instalar qualquer software adicional.




Software Opensource de leitura de ebooks para sistemas Windows/Linux. Também corre em telemóveis Android.




Aplicação para PC e smartphone permite ler livros em formato ePub sem protecção.




Para ler os livros comprados na Amazon, numa aplicação para PC.
http://amzn.to/e3sOxi 


Disponível para iPad/iPhone/iPod Touch e agora também numa versão para PC, para ler livros em formato ePub.
http://www.kobobooks.com/desktops





Fonte: Ler Ebooks

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Aplicativo do Portal de Periódicos disponível para todos os usuários

A partir de agora os usuários do Portal de Periódicos, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), poderão baixar o aplicativo da biblioteca virtual para acessar os conteúdos assinados com os editores internacionais. O app do Portal de Periódicos está disponível para sistemas IOS e android, nas categorias Referência e Educação.
O aplicativo, desenvolvido pela Capes em parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), permite o acesso remoto via Comunidade Acadêmica Federada (CAFe). É possível realizar buscas rápidas por assunto, periódico, base e livro, todos os tipos com a funcionalidade de autopreenchimento. O usuário ainda consegue navegar em websites referenciados pelos resultados de busca, além de ler e exportar os artigos em formato PDF.
O usuário acessa periódicos, referências bibliográficas com resumo, teses e dissertações, normas técnicas, livros, obras de referência, estatísticas, patentes, arquivos abertos e redes de e-prints. São inúmeras possibilidades de pesquisa dentro do universo científico oferecido de forma rápida e prática pelo aplicativo do Portal de Periódicos.
Portal de Periódicos da Capes
Criado em novembro de 2000 para democratizar o acesso ao conhecimento científico produzido internacionalmente, o Portal de Periódicos oferece acesso a mais de 36.000 títulos com texto completo, 130 bases referenciais, 11 bases exclusivas para patentes, mais de 250 mil e-books, além de normas técnicas, enciclopédias, estatísticas, conteúdo audiovisual e outros materiais.
O Portal de Periódicos da Capes ainda oferece conteúdo gratuito selecionado, como bases de livre acesso, periódicos nacionais com boa classificação no Programa Qualis-Capes, além dos resumos de teses e dissertações defendidas no país.
Fonte : CAPES

Os artigos em acesso aberto chegaram para ficar: em menos de 10 anos aproximam de 50% do nível mundial

Quando se empreende uma viagem longa, chegar à metade do percurso tem antes de mais nada, um profundo impacto psicológico, é um marco importante no caminho; internamente  sente-se que a partir desse momento não mais “estamos apenas indo”, porém “chegando”. Na década de 1990, começa em várias universidades prestigiosas do mundo um movimento para que suas publicações sejam de acesso livre, como forma de democratizar os resultados da pesquisa. Em 1998, surge o SciELO como um projeto piloto e pioneiro nesta linha de ação, com apenas dez periódicos que nem sequer eram de “primeiro mundo” (Packer, 2009). Isso foi alguns anos antes da famosa declaração da Open Society de Budapeste, das conferências de Berlim e de outras iniciativas nesse sentido. Dez periódicos  pareciam nada, quando o mercado das empresas editoriais comerciais publicavam dezenas de milhares de periódicos por assinatura.
Passaram-se 15 anos desde então, e é lógico perguntar quanto progresso ocorreu ao longo do caminho. A questão que temos é se ainda estamos indo ou já começamos a chegar a algum ponto importante.
Em recente publicação dirigida por Éric Archambault da empresa Science-Metrix, patrocinada pela Comissão Europeia1, informou-se que, em abril de 2013, 50% dos artigos científicos publicados entre 2004 e 2011 em todo o mundo estavam disponíveis em acesso aberto.
Esse número foi contestado por outros pesquisadores no campo, como Fred Dylla, diretor do American Institute of Physics, em College Park, Maryland, e Stevan Harnad, um promotor do acesso aberto desde o início, na Universidade de Quebec em Montreal, segundo os artigos publicados nos periódicos Science 2  e Nature 3 . A equipe de pesquisadores liderada por Stevan Harnad estima que o número disponível para artigos em acesso aberto no ano de 2011 era equivalente a 32%. E as diferenças nos resultados poderiam ser explicadas por várias razões.
Leia a reportagem completa em
http://blog.scielo.org/blog/2013/08/28/os-artigos-em-acesso-aberto-chegaram-para-ficar-em-menos-de-10-anos-aproximam-de-50-do-nivel-mundial/#.Unt7OCeAegN
Fonte: Scielo